Polémica na Câmara de Lisboa: Militante do Chega com império clandestino

Nomeada por Moedas para os Serviços Sociais da câmara arrenda casas com condições indignas a imigrantes ilegais. É namorada do vereador do Chega.

07 de março de 2026 às 01:30
Mafalda Livermore Foto: Direitos Reservados
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A vogal da administração dos Serviços Sociais da câmara de Lisboa, Mafalda Livermore, tem um império de habitação clandestina, revelou esta sexta-feira a RTP. A militante do Chega, que assumiu funções em dezembro de 2025, nomeada por Carlos Moedas, é suspeita de arrendamento de vários imóveis com poucos metros quadrados em condições indignas, sem contrato e a dezenas de imigrantes ilegais. O valor médio das rendas ronda os 600 euros. Estas são pagas a Sílvia Paixão, militante do Chega e amiga de Mafalda Livermore. A funcionária da câmara justificou que alguns dos imóveis foram passados a terceiros que gerem agora os espaços e que não tem dados sobre os números de inquilinos.

Mafalda Livermore está também a ser investigada pelo Ministério Público por usurpação de funções, por suspeita de dar aconselhamento jurídico sem ser advogada. De recordar que a sua nomeação também foi polémica por ser namorada do único vereador do Chega na autarquia de Lisboa, Bruno Mascarenhas.

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