Seguro agradeceu apoio de Itália à candidatura portuguesa ao Conselho de Segurança da ONU

Todos os anos, a Assembleia Geral da ONU elege cinco de um total de dez membros não-permanentes para mandatos de dois anos.

07 de maio de 2026 às 18:57
António José Seguro Foto: Manuel de Almeida/Lusa
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O Presidente da República, António José Seguro, agradeceu esta quinta-feira ao seu homólogo italiano, Sergio Mattarella, o apoio de Itália à candidatura portuguesa a um lugar no Conselho de Segurança da ONU em 2027-2028, a eleger em junho.

Em declarações aos jornalistas, no fim de um encontro com Sergio Mattarella, no Palácio do Quirinal, em Roma, o chefe de Estado afirmou que se verificou "uma convergência muito grande de pontos de vista com o Presidente italiano" em relação às questões europeias e internacionais, incluindo quanto à necessidade de reforçar a "autonomia estratégica" da União Europeia.

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Segundo António José Seguro, a sua reunião com Mattarella teve como primeiro objetivo "reforçar as relações de cooperação e da amizade" entre Portugal e a Itália, que espera que vá mais longe no domínio da inovação e da tecnologia.

"Tive a oportunidade para lhe agradecer o apoio que a Itália está a dar, de uma forma muito intensa e comprometida, à candidatura de Portugal ao Conselho de Segurança das Nações Unidas. Como sabem, vai haver uma decisão no início do próximo mês, em junho. Portanto, saio muito satisfeito desta minha segunda visita ao exterior do nosso país", acrescentou.

O Presidente da República referiu que regressará a Itália em junho, para uma reunião da Cotec Europa, com a participação dos chefes de Estado italiano e espanhol, Itália, sobre inovação e inteligência artificial.

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Portugal é candidato a um lugar de membro não-permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2027-2028. A Alemanha e a Áustria também apresentaram candidaturas para o mesmo biénio.

Todos os anos, a Assembleia Geral da ONU elege cinco de um total de dez membros não-permanentes para mandatos de dois anos.

Nos termos de uma resolução da ONU, os dez lugares rotativos são distribuídos regionalmente da seguinte forma: cinco africanos e asiáticos, um da Europa de Leste, dois da América Latina, e dois da Europa Ocidental e outros Estados.

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