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Aguiar-Branco elogia ação de auxílio dos escuteiros "longe dos holofotes"

Destaca também o trabalho dos autarcas, bombeiros, forças de segurança, Proteção Civil e cidadãos anónimos.

05 de fevereiro de 2026 às 14:12

O presidente da Assembleia da República elogiou esta quinta-feira a ação dos escuteiros, "longe nos holofotes", no auxílio às populações atingidas pelas mais recentes intempéries, frisando que se trata de um trabalho persistente ao serviço das comunidades.

José Pedro Aguiar-Branco falava no Corpo Nacional de Escutas, em Lisboa, onde entregou o voto de saudação aprovado pelo parlamento, por unanimidade, em dezembro passado, pelos 100 anos da revista "Flor de Lis".

"É justo e muito merecido este reconhecimento institucional. Há mais de 100 anos que estão a desenvolver um trabalho persistente no terreno ao serviço do outro, sempre longe dos holofotes".

"Essa é a medalha mais nobre que os escuteiros podem ter", declarou o presidente da Assembleia da República, antes de destacar a presença dos escuteiros no auxílio às vítimas das recentes intempéries.

"O país, quando precisa dos escuteiros, não há memória de terem falhado a esse chamamento. Quando há calamidades, há sempre um momento para se aprenderem as lições. Agora é o momento de se ajudar quem precisa", salientou José Pedro Aguiar-Branco na sua breve intervenção.

Ainda no que respeita às consequências das depressões Kristin e Leonardo no território continental nacional, o presidente do parlamento destacou também a ação que está a ser desenvolvida pelos autarcas, bombeiros, forças de segurança, Proteção Civil e cidadãos anónimos.

"Todos estão a ajudar o outro", rematou, tendo ao seu lado o chefe nacional do Corpo Nacional de Escutas, Ivo Faria.

Ivo Faria disse que a revista "flor de Lis", órgão oficial do escutismo católico, "é a mais antiga" publicada de forma contínua, tendo atualmente cerca de 11 mil assinantes.

"Mais que a História de feitos no passado, quero aqui realçar aquilo que todos os dias os escuteiros constroem nos acampamentos ou na atividade de serviços. Para minimizar os efeitos das intempéries, estamos a trabalhar com esse sentido de comunidade. Queremos ir rapidamente para Leiria, Pombal ou para Pedrógão", disse.

Já sobre a revista centenária, Ivo Faria salientou a sua importância "pedagógica", a par da dimensão informativa. Aguiar-Branco, a seguir, salientou a importância da informação "sólida", numa conjuntura em que se exige rapidez, mas em que o cidadão se depara cada vez mais com "fake news".

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