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Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Sebastião Bugalho, Carlos Moedas e Pedro Duarte são os novos vice-presidentes do PSD

Luís Montenegro anunciou os principais nomes para os órgãos nacionais perante o 43.º Congresso do PSD, que se reúne até domingo no Velódromo de Sangalhos, em Anadia (Aveiro).

20 de junho de 2026 às 21:49

O eurodeputado Sebastião Bugalho e os presidentes da Câmara de Lisboa e do Porto, Carlos Moedas e Pedro Duarte, vão ser vice-presidentes do PSD, anunciou este sábado Luís Montenegro.

Hugo Soares continuará como secretário-geral do PSD e Sebastião Bugalho será também porta-voz do partido.

Luís Montenegro anunciou os principais nomes para os órgãos nacionais perante o 43.º Congresso do PSD, que se reúne até domingo no Velódromo de Sangalhos, em Anadia (Aveiro).

Na comissão permanente, o órgão mais restrito da direção, vão manter-se como vice-presidentes a antiga ministra Leonor Beleza -- que continuará primeira vice -, bem como Alexandre Poço e Inês Palma Ramalho.

Deixam as vice-presidências do PSD Carlos Coelho, que vai liderar ao Instituto Sá Carneiro, Lucinda Dâmaso, presidente da UGT, e Rui Rocha, que continuará como vogal da direção.

Como vogais, Montenegro mantém os ministros Paulo Rangel, Miguel Pinto Luz, Margarida Balseiro Lopes, António Leitão Amaro E Joaquim Miranda Sarmento, bem como Fermelinda Carvalho, Helena Teodósio, Germana Rocha e Filomena Sintra.

Sai da direção o antigo ministro Pedro Reis, que entra na lista da direção ao Conselho Nacional.

"Creio que estão reunidas as condições para que todos os delegados possam exercer o seu direito de voto e confirmar que as escolhas do presidente do partido correspondem a uma vontade largamente maioritária da nossa militância", disse.

Montenegro salientou que manteve "intacta e firme" a opção de, na direção, distanciar "a capacidade militante da governação do país" (os ministros apenas têm assento na direção alargada),

O presidente do PSD indicou que propôs que Pedro Alves se mantivesse como coordenador autárquico -- elogiando os resultados obtidos em 2025, quando o partido recuperou a maioria das câmaras no país.

"Eu esqueci-me do secretário-geral, que não mudou, é o Hugo Soares", acrescentou, em tom bem-disposto.

Os novos orgãos nacionais do PSD serão eleitos no domingo.

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