page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Líder parlamentar do PSD convicto de que revisão da lei laboral será aprovada na sexta-feira

Revisão da lei laboral será debatida esta tarde de quinta-feira, no Parlamento.

18 de junho de 2026 às 12:44

O líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, manifestou-se esta quinta-feira convicto de que a proposta de lei do Governo de alteração do Código do Trabalho vai ser votada e aprovada na generalidade na sexta-feira e acusou o PS de estar a transformar-se numa "força de bloqueio à governação".

No final da reunião do grupo parlamentar social-democrata, Hugo Soares foi questionado se considera que será possível chegar a um acordo com o Chega -- partido com o qual estão a decorrer negociações -- até à votação do diploma de revisão do Código do Trabalho, que será debatido esta quinta-feira à tarde.

"Eu creio sinceramente que a proposta de reforma da legislação laboral será votada na sexta-feira e será aprovada para poder ser discutida na especialidade", respondeu.

Tal como acontece neste tema, também na criação da Prestação Social Única (PSU), o PSD está a negociar a sua aprovação com o partido liderado por André Ventura, mas Hugo Soares responsabiliza o PS por essa opção.

"A verdade é que o PS se nega constantemente ao diálogo e está absolutamente radicalizado e a transformar-se, a querer transformar-se, numa força de bloqueio à governação e nós temos a responsabilidade de cumprir o mandato que nos foi conferido pelo povo", disse.

Para o líder parlamentar do PS, "o mandato que o povo deu ao Grupo Parlamentar do PSD e à AD foi governar, e governar significa dialogar com quem quer dialogar".

Hugo Soares voltou a sublinhar a importância do diploma, que classificou como "mais uma grande reforma que o Governo trouxe ao Parlamento".

"A reforma da legislação laboral é essencial para darmos mais competitividade à nossa economia, com o objetivo de pagar melhores salários", disse.

Quanto ao diploma da PSU, o líder da bancada do PSD não quis adiantar publicamente que alterações poderá o partido propor na fase da especialidade para "não prejudicar" as negociações que decorrem com o Chega.

Hugo Soares classificou igualmente a PSU, que visa juntar 13 apoios sociais não contributivos, como "uma reforma muito importante para o país".

"É a primeira vez que em Portugal se pode dizer efetivamente que ninguém vai perder dinheiro porque trabalha, ninguém vai ganhar mais dinheiro com subsídios sociais do que a trabalhar", disse.

Por outro lado, defendeu que, ao introduzir a obrigatoriedade de os beneficiários terem de realizar uma "atividade solidária social", está-se também a contribuir "para a reintegração das pessoas no mercado de trabalho".

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Bom Dia

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8