Correio da Manhã
JornalistaA sessão solene de comemoração do 25 de Abril na Assembleia da República decorreu este domingo e contou com a presença de 47 deputados.
A cerimónia no Parlamento durou cerca de duas horas e os partidos tiveram oportunidade de falar, numa sessão que foi encerrada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
Os discursos versaram-se muito sobre a falta de mão pesada para crimes de corrupção, fraude fiscal e colarinho branco. O PS sublinhou a crescente "fragilidade das democracias".
Convidados já ocuparam os seus lugares. António Costa também já chegou
Praticamente todos os convidados já ocuparam o seu lugar nas galerias da Assembleia da República para a sessão solene da comemoração do 25 de Abril.
O primeiro-ministro, António Costa, também já chegou ao Parlamento.
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Marcelo Rebelo de Sousa chega ao Parlamento
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já chegou ao Parlamento para a sessão de comemoração do 25 de Abril.
Hino nacional marca arranque da cerimónia
O Hino Nacional marcou o arranque da cerimónia de comemoração do 25 de Abril no Parlamento.
Ferro Rodrigues envia mensagem de esperança
Ferro Rodrigues arrancou este domingo a mensagem de celebração do aniversário do 25 de Abril com uma mensagem de esperança relativamente ao futuro do País após o impacto da pandemia de Covid-19.
O presidente da Assembleia da República atacou ainda os crescentes movimentos anti-democráticos e alertou para as ondas de violência e de extremismos que ameaçam o País e o Mundo.
Ferro pede ao parlamento para ultrapassar "bloqueios" e honrar legado dos constituintes
O presidente da Assembleia da República apelou aos deputados dos diferentes partidos a que se ultrapassem bloqueios políticos e honrem o legado dos constituintes, sendo capazes de convergir e traduzindo em leis soluções para o país.
Este desafio foi deixado por Ferro Rodrigues no discurso que abriu a sessão solene comemorativa do 47.º aniversário do 25 de Abril no parlamento e que será encerrada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
"Neste dia, quero evocar todas e todos quantos, oriundos de projetos ideológicos tão distantes e quase incompatíveis, souberam convergir no essencial, elaborando e aprovando o ambicioso programa social, económico e político que foi a Constituição da República Portuguesa de 1976, cuja entrada em vigor aconteceu neste dia, há precisamente 45 anos. Uma Constituição que possibilitou uma grande multiplicidade de soluções de Governo e, mais que tudo, uma Constituição que garantiu estabilidade política", sustentou o presidente da Assembleia da República.
Lusa
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João Cotrim Figueiredo ataca Esquerda que se acha "dona do 25 de Abril"
O deputado da Iniciativa Liberal, João Cotrim Figueiredo, lançou duras críticas à Esquerda após a polémica com o desfile de comemoração do 25 de Abril na Avenida da Liberdade.
João Cotrim Figueiredo sublinhou que a Iniciativa Liberal vai marcar presença num desfile na Avenida.
André Ventura diz que cravos deviam ser pretos
O deputado único do Chega, André Ventura, considerou hoje que, 47 anos depois da Revolução dos Cravos, Portugal é um "país de contradições" e defendeu que hoje deveria ser celebrado "o luto da democracia".
"Hoje, os cravos vermelhos deviam ser substituídos por cravos pretos porque é o luto da nossa democracia que hoje devíamos estar a celebrar", afirmou, na sua intervenção na 47.ª sessão solene comemorativa do 25 de Abril no parlamento, assinalando que "daqui a duas horas o país fechará todo", numa referência às medidas de combate à pandemia.
De seguida, André Ventura criticou que, enquanto na Assembleia da República "os portugueses veem celebrar a liberdade, veem os seus negócios e as suas vidas" encerradas "por um Governo sem critério, medidas com absurdo e sem qualquer sentido para aqueles que estão a sofrer".
O presidente do Chega defendeu igualmente que "nos 47 anos de Abril" Portugal é "um país de enormes contradições", advogando ser necessária "outra revolução".
Lusa
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Ferro avisa que políticos e magistrados não podem ser postos como suspeitos à partida
O presidente da Assembleia da República defendeu hoje o aperfeiçoamento das leis sobre exercício de cargos públicos, mas frisou que "não há donos da transparência" e que eleitos e magistrados não podem ser suspeitos à partida.
Esta advertência sobre o atual debate em torno de uma lei referente ao enriquecimento injustificado foi transmitida por Ferro Rodrigues no final do discurso com que abriu a 47.ª sessão solene comemorativa do 25 de Abril no parlamento - uma intervenção em que também exortou os partidos democráticos a serem "uma muralha" contra os movimentos de inspiração ditatorial de xenofobia.
"Os titulares de cargos públicos e políticos têm de participar e decidir para aperfeiçoar a legislação sobre eles próprios, tendo como base as alterações concretizadas em 2019. Mas, atenção: não há donos da transparência, nem é aceitável nenhuma lógica que ponha os eleitos, os magistrados judiciais, os procuradores, como suspeitos à partida", declarou o presidente da Assembleia da República. Uma posição em que foi aplaudido sobretudo por deputados do PS.
Lusa
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IL critica "esquerda sectária" e diz que portugueses desconfiam da liberdade
A Iniciativa Liberal considerou hoje que "cada vez mais portugueses estão descrentes na democracia e desconfiam da liberdade", sentindo que o "sistema lhes está a falhar", acusando a "esquerda sectária" de se achar dona do 25 de Abril.
Na sessão solene comemorativa do 47.º aniversário do 25 de Abril de 1974, que decorre esta manhã no parlamento, de novo em formato reduzido devido à pandemia, o deputado único da Iniciativa Liberal, João Cotrim Figueiredo, afirmou, mais do que uma vez, que os liberais estarão esta tarde na Avenida da Liberdade para celebrar esta data, depois de uma semana de polémica com a comissão promotora do desfile.
"Queremos celebrar uma data da qual ninguém se pode apropriar. A esquerda sectária, do alto da sua arrogância moral e intelectual, acha que é dona do 25 de Abril. E a direita ambígua permite-o por falta de comparência. A iniciativa Liberal diz presente", enfatizou, referindo-se ao desfile próprio que os liberais vão manter.
Lusa
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PEV quer "colorir" o país com o que "ficou por fazer"
A deputada dos Verdes Mariana Silva citou hoje o poeta Jorge de Sena para lembrar "a cor" da liberdade e pediu que se continue "a colorir" Portugal com o que "ficou por fazer" na justiça, na saúde.
Na sessão comemorativa, no parlamento, dos 47 anos do 25 de Abril de 1974, que devolveu a liberdade e a democracia, a deputada do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV) começou por citar o poema "A Cor da Liberdade", de Jorge de Sena (1919-1978), que começa com os versos "Não hei-de morrer sem saber/ qual a cor da liberdade".
De seguida, afirmou que Abril, dos capitães da Revolução dos Cravos, é sinónimo "de cor, de alegria, de festa, de paz" pelo "fim do cinzentismo, do silêncio, da mordaça, da fome, da ignorância", que representou a ditadura de Salazar e Caetano.
Lusa
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PAN pede criminalização de enriquecimento ilícito num "Portugal capturado pela corrupção"
O deputado do PAN André Silva defendeu hoje que Portugal está "capturado pela corrupção", responsabilizando o Bloco Central por esta "democracia doente", num país que "teima em não ter uma lei de criminalização do enriquecimento ilícito".
André Silva dedicou à corrupção a sua intervenção na sessão solene comemorativa do 47.º aniversário do 25 de Abril na Assembleia da República, sustentando que o "Portugal amordaçado" da ditadura deu lugar ao "Portugal Ressuscitado" do 25 de Abril de 1974, e é hoje um "Portugal capturado", que "teima em não ter uma lei de criminalização do enriquecimento ilícito".
Para o porta-voz do PAN, o país está "capturado por interesses instalados que enclausuram a democracia na bolha das opções políticas do Bloco Central e que, tantas vezes, servem apenas algumas pessoas ou grupos, gerando a desilusão e a revolta social que abrem espaço ao oportunismo que vende o ódio, o medo e a institucionalização da discriminação como remédios para curar esta Democracia doente".
Lusa
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Rui Rio diz que há um divórcio entre os portugueses e o regime
O líder do PSD, Rui Rio, sublinhou este domingo que há um crescente divórcio entre os cidadãos e o Estado.
Rui Rio diz que o fraco sistema de Justiça do País é um dos principais problemas que aumenta o descontentamento dos portugueses.
Líder do PSD argumenta que Justiça portuguesa devia ter mão pesada contra os crimes de corrupção e colarinho branco.
Para Rio, "tem faltado vontade política e ambição para se realizarem, com a necessária coragem, as reformas que a realidade reclama e a prudência aconselha".
"Se essas reformas não forem feitas, não será, seguramente, com 'cordões sanitários', nem com artigos de opinião radicais, que venceremos os extremismos emergentes", disse, numa referência implícita ao partido Chega.
Rui Rio apontou então "a falta de eficácia" do sistema de Justiça como "uma das principais razões do descontentamento do povo português".
"Quando se ouve o politicamente correto dizer que 'isto é a Justiça a funcionar, é por demais evidente que o povo, que sabe bem que isto é a Justiça a não funcionar', só se pode revoltar contra o domínio da hipocrisia sobre a verdade e a coragem", avisou.
Bloco de Esquerda atira-se a Ventura para falar sobre crimes de fraude fiscal
Beatriz Gomes Dias, do partido Bloco de Esquerda, atacou André Ventura para falar sobre os crimes de corrupção e fraude fiscal.
A deputada diz que há uma "falta de vergonha" de André Ventura, o "advogado que vem de um escritório que faz planeamento fiscal" e vem ao Parlamento clamar "contra a fuga ao fisco".
O BE defendeu hoje que o 25 de Abril ficará por cumprir cabalmente enquanto não se encarar "de frente a corrupção", avisando que a revolta resultante deste fenómeno "é explorada por muitos para fazer crescer o seu negócio político".
"Abril também não se cumprirá cabalmente enquanto não encararmos de frente a corrupção. A corrupção é o cimento da injustiça económica e da desigualdade. Ela mina a democracia, corrói a justiça e ameaça a coesão social", avisou.
PS não aborda tema da corrupção em discurso centrado na preocupação sobre a fragilização da democracia
Alexandre Quintanilha, do Partido Socialista, alertou este domingo para o aumento da "fragilização das democracias" e o aumento do "populismo e das demagogias".
"O populismo e a demagogia, fortissimamente financiados, ganham força de forma insidiosa. E os Estados Unidos da América escaparam por pouco", observou, numa alusão à turbulenta transição de poder de Donald Trump para Joe Biden na presidência deste país.
Alexandre Quintanilha sustentou que os desafios do presente "são imensos, são globais, complexos e interdependentes" e "exigem uma sólida união de esforços e de recursos".
"Ou nos ajudamos mutuamente ou naufragamos todos juntos. É essa também a lição da pandemia. A emergência climática, as desigualdades obscenas, as novas e antigas doenças, a insegurança laboral, a transição demográfica e os conflitos armados não podiam ser mais evidentes", declarou.
O deputado do PS não abordou o tema da corrupção, que foi comum a praticamente todas as intervenção na Assembleia da República.
Lusa
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CDS-PP defende prioridade ao combate à corrupção
O deputado Pedro Morais Soares, do CDS-PP defendeu hoje que existe um "sentimento generalizado de descrença dos portugueses" com a justiça, e defendeu que o combate à corrupção "terá de ser uma das prioridades".
"Importa que o Estado não ignore o sentimento generalizado de descrença dos portugueses, muitas vezes justificado, relativamente à justiça, urge reformá-la e o combate à corrupção é necessário e indispensável, terá de ser uma das prioridades", afirmou o centrista na sua intervenção na 47.ª sessão solene comemorativa do 25 de Abril, no parlamento.
O deputado assinalou que, "se o 25 de Abril abriu as portas da liberdade, começou a construir o caminho da democracia, consolidada a 25 de Novembro, também alentou a esperança da justiça", mas ressalvou que "esta esperança, no sentimento do povo português, ainda não está totalmente concretizada".
Lusa
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PCP pede indignação contra injustiças e a corrupção
O PCP evocou hoje os seis milhões de portugueses que já nasceram depois do 25 de Abril de 1974 e pediu a indignação dos portugueses contra as injustiças, as desigualdades ou a corrupção.
"Quando hoje nos indignamos, nos levantamos contra a injustiça, a desigualdade, a corrupção é porque podemos fazê-lo", afirmou a deputada comunista Alma Rivera, ao discursar na sessão solene dos 47 anos do 25 de Abril, depois de lembrar as conquistas permitidas pela "Revolução dos Cravos", a começar pela liberdade.
Depois de citar esses milhões de portugueses -- "as mais jovens gerações já são bisnetas dos antifascistas que deram a vida pela libertação" - a parlamentar do PCP fez a defesa das "conquistas de Abril".
"Todos quantos não viveram abril de 1974 são chamados a continuá-lo e a defender os direitos com ele conquistados", afirmou.
"Travamos a batalha pela defesa dos valores mais humanos e mais essenciais, de liberdade e democracia, de igualdade e solidariedade. E não calamos que a pobreza e a miséria, a precariedade e o desemprego são inimigos dos valores de Abril", disse.
Lusa
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Marcelo aludiu à Guerra Colonial para sublinhar diferenças entre passado e presente
O Presidente da República recordou hoje no seu discurso do 25 de Abril o passado colonial de Portugal e pediu que se olhe para a História sem temores nem complexos, sem alimentar campanhas e combatendo intolerâncias.
Na sessão solene comemorativa do 47.º aniversário do 25 de Abril, na Assembleia da República, Marcelo Rebelo de Sousa pediu que se faça "história da História" e que se "retire lições de uma e de outra, sem temores nem complexos, com a natural diversidade de juízos própria da democracia".
"Mas que se não transforme o que liberta, e toda a revisitação, por mais serena liberta ou deve libertar, em mera prisão de sentimentos, úteis para campanhas de certos instantes, mas não úteis para a compreensão do passado, a pensar no presente e no futuro", acrescentou.
O chefe de Estado referiu que os que fizeram o 25 de Abril de 1974 "souberam superar muitas das suas divisões durante a revolução e depois dela" e que "nações irmãs na língua" de Portugal "têm sabido julgar um percurso comum olhando para o futuro, ultrapassando séculos de dominação política, económica, social, cultural e humana".
"Que os anos que faltam até ao meio século do 25 de Abril sirvam a todos nós para trilharmos um tal caminho, como a maioria dos portugueses o tem feito nas décadas volvidas, fazendo de cada dia um passo mais as glórias que nos honram e os fracassos pelos quais nos responsabilizamos, e bem assim no construir hoje coesões e inclusões e no combater hoje intolerâncias pessoais ou sociais", apelou.
O Presidente da República salientou que quem faz este apelo "é o filho de um governante na ditadura e no império que viveu na que apelida de sua segunda pátria [Moçambique] o ocaso tardio inexorável desse império, e viveu depois, como constituinte, o arranque de um novo tempo democrático, charneira, como tantos portugueses, entre duas histórias da mesma História".
"E nem por exercer a missão que exerce olvida ou apaga a História que testemunhou, como nem por ter testemunhado essa História deixou de ser eleito e reeleito pelos portugueses em democracia - democracia que ajudou a consagrar na Constituição que há 45 anos nos rege", realçou.
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