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Correio da Manhã

Política
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Marcelo inaugura avenida Mário Soares em Bragança e espera que seja inspiradora

Presidente da República espera que a medida se traduza em novos projetos empresariais na cidade transmontana.
Lusa 7 de Julho de 2018 às 17:06
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
Marcelo Rebelo de Sousa
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, inaugurou este sábado, em Bragança, uma avenida com o nome de Mário Soares que espera seja inspiradora para novos projetos empresariais na cidade transmontana.

A nova avenida fica nas Cantarias, onde fica a nova Área de Acolhimento Empresarial, iniciativa municipal de 3,4 milhões de euros, com 46 lotes de terrenos para captar novos investimentos empresariais e criar postos de trabalho, no concelho com pouco mais de 30 mil habitantes.

Marcelo assumiu como "uma grande honra" inaugurar a avenida com o nome do antigo Presidente da República, que considerou que "foi, é e será uma grande figura da História portuguesa contemporânea pela sua maneira de ver Portugal, a Europa e o mundo".

"Pela sua abertura, pela sua maneira de ser, pelo seu calor em relação às portuguesas e aos portugueses. Deixou um traço inesquecível e durante um período fundamental na mudança da nossa democracia", afirmou.

O chefe de Estado lembrou que Mário Soares "foi o primeiro presidente civil, que representava uma realidade nova", num país acabado de "sair de uma revolução, de uma realidade com uma forte componente militar, foi uma viragem e ele protagonizou essa viragem".

"Portanto, é muito justa e eu espero que seja inspiradora", disse, referindo-se à homenagem a Mário Soares.

Marcelo adiantou ainda que pretende voltar a Bragança "daqui a dois, dois anos e meio, se não for antes, pela calada, para vir ver como estão as obras e ver a concretização daquele projeto".

O Presidente terminou este sábado a visita de dois dias a Bragança, tal como começou, nas comemorações dos 500 anos da Santa Casa da Misericórdia de Bragança, com uma visita às instalações em que voltou a considerar "fundamental" o papel das instituições de solidariedade social.

Questionado pelos jornalistas sobre temas como a introdução das 35 horas de trabalho na Saúde, o presidente da República voltou a responder: "Vamos esperar".

"Cabe ao Governo, naturalmente, decidir essa matéria. Só agora é que começou a ser aplicado no setor da Saúde, como vai haver um orçamento para o ano que vem até permite, eventualmente, o Governo ver qual é a situação e o que deve fazer".
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