Escolha o Correio da Manhã como "Fonte Preferida"
Veja as nossas notícias com prioridade, sempre que pesquisar no Google.
Francisca Coelho Leal
JornalistaTermina o debate
JPP traz subsídio social de mobilidade ao debate
O líder parlamentar, Filipe Sousa do JPP, na última intervenção, pediu ao Governo a regulamentação urgente do subsídio social de mobilidade.
Governo coleciona cromos maus para caderneta, diz PAN
A líder parlamentar do PAN, Inês de Sousa Real, deixou de lado a banda desenhada e trouxe a caderneta de cromos para o Parlamento.
"Tem acumulado alguns cromos maus para a sua coleção", diz a deputada a Luís Montenegro. Para Inês de Sousa Real, os "cromos maus" são a "dança das cadeiras do SNS", a polémica do MAI e ausência de preparação e planeamento do combate aos incêndios.
BE entra na banda desenhada e compara Montenegro ao coelho vaidoso vencido pela tartaruga
O líder parlamentar do BE, Fabian Figueiredo, também recorreu a personagens do imaginário infantil e comparou Luís Montenegro a um coelho, referindo-se à história da Lebre e da Tartaruga.
"O coelho, impaciente e vaidoso, achou-se vitorioso antes da corrida chegar ao fim e acabou por perder", disse o deputado.
Fabian Figueiredo diz que há dois retratos em Portugal: do primeiro-ministro que diz estar tudo bem e o do Presidente da República que realça as falhas "graves" nas operações para responder ao combate de tempestades.
CDS tenta calar oposição com reformas que o Governo já fez
O líder parlamentar do CDS, Paulo Núncio, critica a oposição que acusa o Governo de não fazer reformas e dá exemplos para provar o contrário: redução do IRC, lei da nacionalidade, defesa nacional, contratação pública e reforma laboral.
"A taxa de pobreza caiu de 17% em 2023 para 15% em 2025. São menos 119 mil pessoas em risco de pobreza em todas as faixas etárias, com particular importância nas crianças e população mais idosa", disse o deputado.
"Tudo é negócio, a habitação, as creches": PCP critica pacote laboral
O líder parlamentar do PCP, Paulo Raimundo, deixou duras críticas ao pacote laboral do Governo, esta quarta-feira.
"Tudo é negócio, a habitação, as creches, pensamento no século XIX, o pacote laboral", disse Raimundo, defendendo que apenas o 1% mais rico aceita a legislação laboral.
"Nós também trabalhamos para a família Raimundo. A família Raimundo haverá de reconhecer que já foi alvo de quatro descidas do IRS para os rendimentos do seu trabalho", argumentou Luís Montenegro.
Mas para Raimundo, Montenegro "esqueceu-se de dizer que a família Raimundo e a família Montenegro não têm isenções fiscais".
Montenegro diz não saber de tentativas de condicionamento do relatório do SIRESP
O primeiro-ministro disse, esta quarta-feira, não ter conhecimento de nenhuma "tentativa de ocultação" ou condicionamento das conclusões do relatório do SIRESP, o que levou o líder do Chega a acusá-lo de mentir ao Parlamento.
No debate quinzenal desta tarde, na Assembleia da República, André Ventura afirmou que "há elementos que demonstram, sem margem para dúvidas, a tentativa de ocultar informação pública sobre o SIRESP" por parte de uma adjunta do ministro da Administração Interna.
Na resposta, o primeiro-ministro disse não saber "a que é que" o líder do Chega "se refere com condicionamento e com tentativa de ocultação".
"Eu não tenho conhecimento de nada que possa ter como conclusão essa tirada. Mas o senhor deputado terá o ministro da Administração Interna no Parlamento e, portanto, dir-lhe-á, cara a cara, aquilo que sabe e terá a resposta devida", acrescentou.
Na réplica, André Ventura questionou o chefe de Governo diretamente "se tem ou não conhecimento de um email da adjunta do Ministério da Administração Interna a procurar alterar as conclusões de um relatório", o que levou Montenegro negou: "Não tenho".
Lusa
Seguir Autor:
"Aquilo que temos é 800 milhões de euros por um sistema que falha": Mariana Leitão exige esclarecimentos sobre SIRESP
A líder parlamentar da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, pediu esclarecimentos ao Governo sobre o relatório relativo ao SIRESP. A deputada criticou que se divulgou as conclusões do relatório, sem se divulgar o documento em si.
"Temos um sistema de comunicações essencial ao País. E aquilo que temos é 800 milhões de euros por um sistema que falha", diz Mariana Leitão sobre o SIRESP.
Carneiro acusa o Governo de "falta de sensibilidade e competência"
O líder parlamentar do PS, José Luís Carneiro, acusou Luís Montenegro de falta de humildade e apresentou vários exemplos.
Carneiro recordou a abertura de 400 centros de ensino tecnológico, com os apoios do PRR, notando que o projeto veio do governo do PS.
O deputado mencionou a ainda a diminuição do número de consultas nos centros de saúde, acusando ainda o Executivo de "falta de sensibilidade". Carneiro disse que a redução de 2000 consultas por dia significa milhares de portugueses que deixam de poder fazer exames de diagnóstico e identificar doenças.
Carneiro criticou ainda a resposta do Governo em relação às tempestades, dizendo que houve "falta de competência".
Ventura realça que há "centenas de famílias sem apoio" após comboio de tempestades
O presidente do Chega, André Ventura, realça que ainda há "centenas de famílias sem apoio" após o comboio de tempestades.
"Preferem culpar os municípios do que assumir a responsabilidade pela atribuição ou falta de atribuição", disse Ventura, criticando o Governo.
André Ventura falou ainda do pacote laboral. O deputado disse que os trabalhadores não podem ser "descartáveis" e apela ao Governo a reduzir a idade da reforma.
Montenegro respondeu garantindo ser "mentira" que haja maior capacidade de despedimento e "bar aberto" de funcionários presentes na legislação laboral.
Guerra das caricaturas: Quem são o Lucky Luke, Speedy González e Cebolinha do Parlamento?
"É tal a pressa como disparam, a forma rápida como vivem da espuma dos dias” e de notícias, criticando a rapidez com que recorrem aos meios de comunicação para reagir a manchetes de jornais.
André Ventura não se deixou ficar e chamou o líder parlamentar do PSD de Cebolinha, o personagem da famosa banda desenhada 'A Turma da Mónica'.
Montenegro diz que documento de Seguro sobre as tempestades "é um contributo muito válido"
Luís Montenegro afirmou que o documento elaborado pelo Presidente da República, António José Seguro, sobre as tempestades é "um contributo muito válido que está incluído no desenho do PTRR".
"As palavras do PTRR são muito válidas", disse o líder do Executivo, realçando que os pareceres de Seguro já estão contemplados no PTRR.
O primeiro-ministro quer "repor a situação [do mau tempo] de forma a reforçar a nossa resiliência para enfrentar fenómenos adversos de igual magnitude".
Montenegro notou, no entanto, que o plano de recuperação e resiliência está suscetível de recalendarização.
Hugo Soares diz que PS e Chega "ainda não perceberam o essencial" sobre o pacote laboral
O líder parlamentar do PSD, Hugo Soares, afirmou que o PS e o Chega "ainda não perceberam o essencial" em relação ao pacote laboral.
"As empresas não são nem os patrões nem os investidores. É essencialmente os trabalhadores", disse Hugo Soares, realçando: "quando pensamos a legislação laboral é a pensar nos trabalhadores".
O deputado destacou várias medidas apresentadas pelo Governo e as consequências positivas, deixando críticas à oposição e aos meios de comunicação social, porque esses temas "não fazem manchetes".
Aguiar-Branco saúda escola de Torres Vedras presente no Parlamento pela vitória do Torreense na Taça de Portugal
O presidente da Assembleia da República saudou as várias escolas de todo o País que estão presentes no Parlamento para assistir à sessão, em particular uma instituição de Torres Vedras. Aguiar-Branco destacou alegremente a conquista da Taça de Portugal pelo Torreense, no passado domingo.
Montenegro diz que o "o Governo não governa a pensar em sondagem, governa a pensar no País"
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse que "o Governo não governa a pensar em sondagem, governa a pensar no País, na vida das pessoas", em resposta à intervenção inicial do partido Livre.
Montenegro admirou-se de, após tantos meses a negociar a legislação laboral, o Livre apele ao Executivo para não levar o pacote laboral ao Parlamento.
O primeiro-ministro garantiu que ao longo das negociações sempre disse que a decisão final seria dos deputados e encara com surpresa a ideia de haver partidos que não querem receber a legislação na Assembleia da República.
Livre critica pacote laboral que "concentra riqueza na mão de multimilionários"
A porta-voz do partido Livre, Isabel Mendes Lopes, abriu o debate com o tema da legislação laboral. "A quem é que serve o pacote laboral?", questionou a deputada.
Isabel Mendes Lopes criticou o "modelo que concentra riqueza na mão de multimilionários que têm mais poder que muitos países".
A deputada disse que a legislação laboral apresentada pelo Governo desprotege os trabalhadores. "Precisamos de uma legislação laboral que proteja os trabalhadores", afirmou ainda.
A líder parlamentar do Livre acusou o primeiro-ministro de não ouvir nem o povo nem o Papa Leão XIV sobre direitos no trabalho.
Plenário já começou
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
o que achou desta notícia?
concordam consigo
A redação do CM irá fazer uma avaliação e remover o comentário caso não respeite as Regras desta Comunidade.
O seu comentário contem palavras ou expressões que não cumprem as regras definidas para este espaço. Por favor reescreva o seu comentário.
O CM relembra a proibição de comentários de cariz obsceno, ofensivo, difamatório gerador de responsabilidade civil ou de comentários com conteúdo comercial.
O Correio da Manhã incentiva todos os Leitores a interagirem através de comentários às notícias publicadas no seu site, de uma maneira respeitadora com o cumprimento dos princípios legais e constitucionais. Assim são totalmente ilegítimos comentários de cariz ofensivo e indevidos/inadequados. Promovemos o pluralismo, a ética, a independência, a liberdade, a democracia, a coragem, a inquietude e a proximidade.
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza expressamente o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes ou formatos actualmente existentes ou que venham a existir.
O propósito da Política de Comentários do Correio da Manhã é apoiar o leitor, oferecendo uma plataforma de debate, seguindo as seguintes regras:
Recomendações:
- Os comentários não são uma carta. Não devem ser utilizadas cortesias nem agradecimentos;
Sanções:
- Se algum leitor não respeitar as regras referidas anteriormente (pontos 1 a 11), está automaticamente sujeito às seguintes sanções:
- O Correio da Manhã tem o direito de bloquear ou remover a conta de qualquer utilizador, ou qualquer comentário, a seu exclusivo critério, sempre que este viole, de algum modo, as regras previstas na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, a Lei, a Constituição da República Portuguesa, ou que destabilize a comunidade;
- A existência de uma assinatura não justifica nem serve de fundamento para a quebra de alguma regra prevista na presente Política de Comentários do Correio da Manhã, da Lei ou da Constituição da República Portuguesa, seguindo a sanção referida no ponto anterior;
- O Correio da Manhã reserva-se na disponibilidade de monitorizar ou pré-visualizar os comentários antes de serem publicados.
Se surgir alguma dúvida não hesite a contactar-nos internetgeral@medialivre.pt ou para 210 494 000
O Correio da Manhã oferece nos seus artigos um espaço de comentário, que considera essencial para reflexão, debate e livre veiculação de opiniões e ideias e apela aos Leitores que sigam as regras básicas de uma convivência sã e de respeito pelos outros, promovendo um ambiente de respeito e fair-play.
Só após a atenta leitura das regras abaixo e posterior aceitação expressa será possível efectuar comentários às notícias publicados no Correio da Manhã.
A possibilidade de efetuar comentários neste espaço está limitada a Leitores registados e Leitores assinantes do Correio da Manhã Premium (“Leitor”).
Ao comentar, o Leitor está a declarar que é o único e exclusivo titular dos direitos associados a esse conteúdo, e como tal é o único e exclusivo responsável por esses mesmos conteúdos, e que autoriza o Correio da Manhã a difundir o referido conteúdo, para todos e em quaisquer suportes disponíveis.
O Leitor permanecerá o proprietário dos conteúdos que submeta ao Correio da Manhã e ao enviar tais conteúdos concede ao Correio da Manhã uma licença, gratuita, irrevogável, transmissível, exclusiva e perpétua para a utilização dos referidos conteúdos, em qualquer suporte ou formato atualmente existente no mercado ou que venha a surgir.
O Leitor obriga-se a garantir que os conteúdos que submete nos espaços de comentários do Correio da Manhã não são obscenos, ofensivos ou geradores de responsabilidade civil ou criminal e não violam o direito de propriedade intelectual de terceiros. O Leitor compromete-se, nomeadamente, a não utilizar os espaços de comentários do Correio da Manhã para: (i) fins comerciais, nomeadamente, difundindo mensagens publicitárias nos comentários ou em outros espaços, fora daqueles especificamente destinados à publicidade contratada nos termos adequados; (ii) difundir conteúdos de ódio, racismo, xenofobia ou discriminação ou que, de um modo geral, incentivem a violência ou a prática de atos ilícitos; (iii) difundir conteúdos que, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, tenham como objetivo, finalidade, resultado, consequência ou intenção, humilhar, denegrir ou atingir o bom-nome e reputação de terceiros.
O Leitor reconhece expressamente que é exclusivamente responsável pelo pagamento de quaisquer coimas, custas, encargos, multas, penalizações, indemnizações ou outros montantes que advenham da publicação dos seus comentários nos espaços de comentários do Correio da Manhã.
O Leitor reconhece que o Correio da Manhã não está obrigado a monitorizar, editar ou pré-visualizar os conteúdos ou comentários que são partilhados pelos Leitores nos seus espaços de comentário. No entanto, a redação do Correio da Manhã, reserva-se o direito de fazer uma pré-avaliação e não publicar comentários que não respeitem as presentes Regras.
Todos os comentários ou conteúdos que venham a ser partilhados pelo Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã constituem a opinião exclusiva e única do seu autor, que só a este vincula e não refletem a opinião ou posição do Correio da Manhã ou de terceiros. O facto de um conteúdo ter sido difundido por um Leitor nos espaços de comentários do Correio da Manhã não pressupõe, de forma direta ou indireta, explícita ou implícita, que o Correio da Manhã teve qualquer conhecimento prévio do mesmo e muito menos que concorde, valide ou suporte o seu conteúdo.
ComportamentoO Correio da Manhã pode, em caso de violação das presentes Regras, suspender por tempo determinado, indeterminado ou mesmo proibir permanentemente a possibilidade de comentar, independentemente de ser assinante do Correio da Manhã Premium ou da sua classificação.
O Correio da Manhã reserva-se ao direito de apagar de imediato e sem qualquer aviso ou notificação prévia os comentários dos Leitores que não cumpram estas regras.
O Correio da Manhã ocultará de forma automática todos os comentários uma semana após a publicação dos mesmos.
Para usar esta funcionalidade deverá efetuar login.
Caso não esteja registado no site do Correio da Manhã, efetue o seu registo gratuito.
Escrever um comentário no CM é um convite ao respeito mútuo e à civilidade. Nunca censuramos posições políticas, mas somos inflexiveis com quaisquer agressões. Conheça as
Inicie sessão ou registe-se para comentar.