Barra Cofina

Correio da Manhã

Política
5

Morreu Maria José Nogueira Pinto

Maria José Nogueira Pinto morreu esta quarta-feira, aos 59 anos. A deputada do PSD faleceu na sequência de doença prolongada.
6 de Julho de 2011 às 16:37
Ascensão de Paulo Portas nos centristas não foi do agrado de Maria José, que disputou a liderança do partido com o actual ministro dos Negócios Estrangeiros em 1998
Campanha pelo 'não' no referendo à nova lei da interrupção voluntária da gravidez foi abraçada por Nogueira Pinto
Vitória do centro-direita levou a que Maria José Nogueira Pinto passasse a provedora da Santa Casa Misericórdia de Lisboa em 2003
Em Abril, já visivelmente doente, assistiu ao lançamento do livro de Alberta Marques Fernandes sobre as primeiras-damas de Portugal
Mandato à frente da instituição de solidariedade social não impediu Maria José Nogueira Pinto de permanecer activa na política partidária
Afastou-se definitivamente do CDS em 2007, acusando o deputado Hélder Amaral de a ter agredido
Convidada por Manuel Monteiro a integrar as listas do CDS como independente, Maria José Nogueira Pinto foi eleita deputada e acabou por filiar-se
Nas duas últimas eleições legislativas foi eleita deputada pelo PSD
Foi subsecretária de Estado da Cultura em 1992, no último governo de Cavaco Silva, mas abandonou funções ao chocar com o secretário de Estado Pedro Santana Lopes
A subida de José Ribeiro e Castro à liderança do CDS-PP levou-a a ser a candidata do partido à presidência da Câmara de Lisboa em 2005
A jornalista Maria João Avillez, sua irmã mais velha, entrevistou-a diversas vezes
Casada com Jaime Nogueira Pinto, Maria José foi uma das maiores apoiantes da UNITA e de Jonas Savimbi em Portugal
Maria José foi eleita vereadora e chegou a acordo com Carmona Rodrigues, vencedor das autárquicas em Lisboa
Casada com Jaime Nogueira Pinto, passou longos anos em Angola, de onde fugiu para a África do Sul após a independência do país
Foi uma das figuras que expressaram apoio à segunda candidatura presidencial de Cavaco Silva que, ao contrário da primeira, levaria o ex-primeiro-ministro ao Palácio de Belém
Maria José Nogueira Pinto dedicou a maior parte da sua vida ao exercício de cargos em instituições como a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Ascensão de Paulo Portas nos centristas não foi do agrado de Maria José, que disputou a liderança do partido com o actual ministro dos Negócios Estrangeiros em 1998
Campanha pelo 'não' no referendo à nova lei da interrupção voluntária da gravidez foi abraçada por Nogueira Pinto
Vitória do centro-direita levou a que Maria José Nogueira Pinto passasse a provedora da Santa Casa Misericórdia de Lisboa em 2003
Em Abril, já visivelmente doente, assistiu ao lançamento do livro de Alberta Marques Fernandes sobre as primeiras-damas de Portugal
Mandato à frente da instituição de solidariedade social não impediu Maria José Nogueira Pinto de permanecer activa na política partidária
Afastou-se definitivamente do CDS em 2007, acusando o deputado Hélder Amaral de a ter agredido
Convidada por Manuel Monteiro a integrar as listas do CDS como independente, Maria José Nogueira Pinto foi eleita deputada e acabou por filiar-se
Nas duas últimas eleições legislativas foi eleita deputada pelo PSD
Foi subsecretária de Estado da Cultura em 1992, no último governo de Cavaco Silva, mas abandonou funções ao chocar com o secretário de Estado Pedro Santana Lopes
A subida de José Ribeiro e Castro à liderança do CDS-PP levou-a a ser a candidata do partido à presidência da Câmara de Lisboa em 2005
A jornalista Maria João Avillez, sua irmã mais velha, entrevistou-a diversas vezes
Casada com Jaime Nogueira Pinto, Maria José foi uma das maiores apoiantes da UNITA e de Jonas Savimbi em Portugal
Maria José foi eleita vereadora e chegou a acordo com Carmona Rodrigues, vencedor das autárquicas em Lisboa
Casada com Jaime Nogueira Pinto, passou longos anos em Angola, de onde fugiu para a África do Sul após a independência do país
Foi uma das figuras que expressaram apoio à segunda candidatura presidencial de Cavaco Silva que, ao contrário da primeira, levaria o ex-primeiro-ministro ao Palácio de Belém
Maria José Nogueira Pinto dedicou a maior parte da sua vida ao exercício de cargos em instituições como a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa
Ascensão de Paulo Portas nos centristas não foi do agrado de Maria José, que disputou a liderança do partido com o actual ministro dos Negócios Estrangeiros em 1998
Campanha pelo 'não' no referendo à nova lei da interrupção voluntária da gravidez foi abraçada por Nogueira Pinto
Vitória do centro-direita levou a que Maria José Nogueira Pinto passasse a provedora da Santa Casa Misericórdia de Lisboa em 2003
Em Abril, já visivelmente doente, assistiu ao lançamento do livro de Alberta Marques Fernandes sobre as primeiras-damas de Portugal
Mandato à frente da instituição de solidariedade social não impediu Maria José Nogueira Pinto de permanecer activa na política partidária
Afastou-se definitivamente do CDS em 2007, acusando o deputado Hélder Amaral de a ter agredido
Convidada por Manuel Monteiro a integrar as listas do CDS como independente, Maria José Nogueira Pinto foi eleita deputada e acabou por filiar-se
Nas duas últimas eleições legislativas foi eleita deputada pelo PSD
Foi subsecretária de Estado da Cultura em 1992, no último governo de Cavaco Silva, mas abandonou funções ao chocar com o secretário de Estado Pedro Santana Lopes
A subida de José Ribeiro e Castro à liderança do CDS-PP levou-a a ser a candidata do partido à presidência da Câmara de Lisboa em 2005
A jornalista Maria João Avillez, sua irmã mais velha, entrevistou-a diversas vezes
Casada com Jaime Nogueira Pinto, Maria José foi uma das maiores apoiantes da UNITA e de Jonas Savimbi em Portugal
Maria José foi eleita vereadora e chegou a acordo com Carmona Rodrigues, vencedor das autárquicas em Lisboa
Casada com Jaime Nogueira Pinto, passou longos anos em Angola, de onde fugiu para a África do Sul após a independência do país
Foi uma das figuras que expressaram apoio à segunda candidatura presidencial de Cavaco Silva que, ao contrário da primeira, levaria o ex-primeiro-ministro ao Palácio de Belém
Maria José Nogueira Pinto dedicou a maior parte da sua vida ao exercício de cargos em instituições como a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa

Maria José Pinto da Cunha Avilez Nogueira Pinto, nascida a 23 de Março de 1952 em Lisboa, foi deputada entre 1995 e 1999, eleita pelo CDS-PP, e depois entre 2009 até à data, mas pelo PSD.   

Na actual legislatura, esteve presente nas duas primeiras sessões plenárias,  referentes à eleição da presidente da Assembleia da República, Assunção  Esteves, não tendo já comparecido à discussão do Programa do Governo, quinta  e sexta-feira da semana passada.   

Jurista de formação, licenciada pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, foi subsecretária de Estado da Cultura num dos Governos de Cavaco  Silva, dirigiu a Maternidade Alfredo da Costa e foi também Provedora da Santa Casa da Misericórdia.  

maria josé nogueira pinto psd óbito
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)