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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Saúde 'aquece' campanha na rua

Candidatos presidenciais defendem serviço público.

28 de dezembro de 2015 às 08:28

Eleições presidenciais resolvem-se à primeira volta?

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Eleições presidenciais resolvem-se à primeira volta?

A candidata presidencial Maria de Belém quer o Serviço Nacional de Saúde (SNS) a funcionar como "um relógio" e sustenta que os cortes no setor não podem ser "acríticos". Uma ideia defendida este domingo antes de visitar a Feira da Brandoa, onde se pode encontrar de tudo: galinhas vivas, botas ou as velhas cassetes.

A candidata preferiu não se pronunciar sobre o caso da morte de David Duarte, que faleceu no Hospital de São José à espera de uma intervenção a um aneurisma por falta de equipas de prevenção. O SNS e a ação de pré-campanha de Marcelo Rebelo de Sousa nas Urgências do Hospital de São José acabaram por marcar este fim de semana.

Mais a sul, em Évora, Sampaio da Nóvoa, o ex-reitor da Universidade de Lisboa, voltou a fazer a defesa do SNS, referindo-se a uma situação "dramática e trágica". Mais, atacou os comentadores que "ano após ano" foram justificando os cortes no setor, acabando por mencionar o alvo: Marcelo Rebelo de Sousa.Já Edgar Silva, o candidato apoiado pelo PCP, optou por recuperar o caso Banif, frisando que era um "crime económico" e confessou que esperava um "reinvestir" na defesa do SNS, do atual governo socialista, e não o recuperar de "políticas do antigamente" da direita PSD/CDS.

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