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Seguro diz que um dos seus deveres é chamar a atenção para atrasos nos apoios depois das tempestades

Presidente da República diz que ferá o balanço da situação ao longo dos cinco dias da presidência aberta.

06 de abril de 2026 às 15:10

António José Seguro considerou esta segunda-feira que um dos deveres enquanto Presidente da República é chamar a atenção para os atrasos nos apoios para a recuperação dos impactos das tempestades, referindo que esse foi o compromisso que assumiu enquanto candidato.

O Presidente da República voltou esta tarde ao Parque Empresarial de Proença-a-Nova (PEPA), local onde tinha estado há dois meses, em plena campanha eleitoral para as presidenciais, para ver os efeitos da tempestade Kristin e, então, exigir que os apoios anunciados pelo Governo chegassem rapidamente ao terreno.

Depois de plantar um medronheiro -- e de desafiar a restante comitiva, incluindo jornalistas, a fazer o mesmo -- Seguro explicou que quis voltar, durante a sua Presidência aberta, a este local porque foi nesta zona industrial que prometeu que viria para ver se os apoios estavam a chegar.

"É essa uma das razões desta Presidência aberta", disse, prometendo que ao longo destes cinco dias fará esse balanço.

Questionado sobre as queixas dos atrasos dos apoios, o chefe de Estado lamentou que isso aconteça. "Infelizmente. E eu tenho chamado a atenção para isso, essa é uma das minhas responsabilidades e dos meus deveres", apontou.   

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