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Correio da Manhã

Política
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Tancos provoca acesa troca de insultos na AR

Ascenso Simões chama “fascista” a deputado centrista, que o acusa de ser “arruaceiro”.
Janete Frazão 6 de Dezembro de 2018 às 14:47
O deputado do PS Ascenso Simões
António Carlos Monteiro, do CDS, chamou “arruaceiro” a deputado do PS
O deputado do PS Ascenso Simões
O deputado do PS Ascenso Simões
O deputado do PS Ascenso Simões
António Carlos Monteiro, do CDS, chamou “arruaceiro” a deputado do PS
O deputado do PS Ascenso Simões
O deputado do PS Ascenso Simões
O deputado do PS Ascenso Simões
António Carlos Monteiro, do CDS, chamou “arruaceiro” a deputado do PS
O deputado do PS Ascenso Simões
O deputado do PS Ascenso Simões
Ânimos exaltados e trocas de insultos marcaram esta quarta-feira a comissão parlamentar da Defesa, com PS e CDS-PP num duro bate boca por causa dos documentos sobre o caso de Tancos. Os trabalhos foram mesmo interrompidos alguns minutos.

Ascenso Simões, do PS, e António Carlos Monteiro, do CDS-PP, protagonizaram o episódio, com o deputado centrista a acusar Ascenso Simões de ser "um arruaceiro".

Na resposta, o socialista atacou: "O senhor não é dono do Parlamento." A troca de insultos atingiu o pico quando Ascenso Simões exclamou: "E mais, o senhor é um fascista!"

Com a crispação a aumentar de tom, alguns deputados abandonaram a sala. Também Ascenso Simões deixou as instalações, mas antes atirou para o colega centrista: "Sou demasiado decente para estar num parlamento consigo."

Na reunião da comissão estava a decidir-se o que fazer aos documentos em segredo de Justiça sobre o furto de Tancos enviados pela Procuradoria-Geral da República.

O entendimento alcançado por consenso, já depois de serenados os ânimos, foi o de que a comissão da Defesa deverá perguntar à PGR se os pode disponibilizar à comissão de inquérito e em que termos.

PORMENORES 
Documentos selados
João Rebelo, do CDS-PP, não prescindiu dos seus "direitos parlamentares" e disse que faz questão de ter acesso aos documentos de Tancos, enviados pela PGR, que estão num cofre fechados à chave e selados pelo presidente da comissão de inquérito, Filipe Neto Brandão.

Prescindem de consulta
PCP, PSD, BE e PS declararam na comissão da Defesa que prescindem de ter acesso aos documentos sobre o furto de Tancos, uma matéria que vai passar a ser investigada na comissão de inquérito criada para esse efeito.
Defesa Parlamento PS PS CDS-PP Tancos deputado Ascenso Procuradoria-Geral da República João Rebelo presidente
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