Marcelo dá conforto aos sobreviventes da tragédia da Madeira

Vítimas em lágrimas assistem a cerimónia religiosa em que também esteve o Presidente.

20 de abril de 2019 às 01:30
Marcelo Rebelo de Sousa no local da tragédia na Madeira Foto: Gregório Cunha/Lusa
Marcelo Rebelo de Sousa no local da tragédia na Madeira Foto: Gregório Cunha/Lusa
Marcelo Rebelo de Sousa no local da tragédia na Madeira Foto: Gregório Cunha/Lusa
Marcelo Rebelo de Sousa no local da tragédia na Madeira Foto: Gregório Cunha/Lusa
Marcelo Rebelo de Sousa no local da tragédia na Madeira Foto: Gregório Cunha/Lusa
Marcelo Rebelo de Sousa no local da tragédia na Madeira Foto: Gregório Cunha/Lusa

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Mais do que a presença de Marcelo Rebelo de Sousa, que esta sexta-feira esteve na Madeira para homenagear as 29 vítimas mortais do acidente do autocarro no Caniço, a ausência do presidente do Governo Regional foi assinalada por centenas de madeirenses.

Criticavam Miguel Albuquerque por não ter interrompido as férias no Dubai para prestar solidariedade com o povo alemão e também com os madeirenses.

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"Na ilha estamos habituados a conviver com turistas. Sentimos esta tragédia como nossa, todos temos amigos alemães, franceses ou ingleses", dizia mesmo um elemento da PSP que não conseguia também calar a revolta pela ausência da figura máxima do governo regional.

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Indiferente à polémica parecia estar Marcelo Rebelo de Sousa, que não respondeu à questão quando lhe foi colocada. Preferiu realçar a rapidez do socorro na noite de quarta-feira, quando o autocarro resvalou para uma encosta - e também a assistência no hospital local.

"Estamos a trabalhar em colaboração com o embaixador alemão, para que a transladação dos corpos se faça de forma rápida. Dei uma palavra de conforto aos sobreviventes e expressei a solidariedade portuguesa", realçou.

A visita de Marcelo Rebelo de Sousa à Região Autónoma da Madeira foi ainda marcada pela deposição de uma coroa de flores no local da tragédia. O Presidente da República acompanhou depois as cerimónias religiosas na igreja Luterana, onde muitos dos sobreviventes entraram em lágrimas.

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As marcas da tragédia eram ainda muito visíveis.

PORMENORES 

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Procissão

Depois de assistir às cerimónias religiosas com a comunidade alemã, Marcelo seguiu para a Sé Catedral do Funchal, acompanhado do bispo, onde participou também na procissão pelas ruas da cidade.

Médicos apoiam

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Várias equipas médicas estiveram no hotel onde se encontravam os sobreviventes para prestarem apoio e procederem também ao repatriamento dos turistas que estavam na unidade hoteleira.

Autópsias acabam

As autópsias já se realizaram e estão a ser ultimados os procedimentos para a transladação de todos os corpos das vítimas. Falta ainda proceder à identificação cabal de todos os mortos.

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