Assassinado após negar dar um cigarro

Jovem de 21 anos está a ser julgado pelo homicídio qualificado de Bráulio Tomé, em Portimão.

24 de outubro de 2019 às 08:57
Bráulio Tomé tinha 32 anos e morreu no hospital Foto: Direitos Reservados
Crime aconteceu na rua António Feu no dia 2 de março Foto: Direitos Reservados

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Um jovem, de 21 anos, começou esta quarta-feira a ser julgado, no Tribunal de Portimão, pelo homicídio qualificado de Bráulio Tomé, de 32 anos, na praia da Rocha, após a vítima lhe ter negado um cigarro.

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Nas declarações que prestou ao coletivo de juízes, o arguido confirmou ter pedido um cigarro à vítima e que esta recusou, mas em termos ofensivos, o que desencadeou uma discussão entre ambos.

Esta foi, aliás, testemunhada por amigos, que também foram ouvidos esta quarta-feira em julgamento. A acusação refere que o ferimento sofrido por Bráulio Tomé lhe atingiu a jugular e lhe fez colapsar um pulmão na totalidade. Em julgamento, o arguido disse ao coletivo que pensava que tinha atingido a vítima "num braço".

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Depois do crime, Danilo Barbosa abandonou o local e foi para casa. Acabou por se entregar à Polícia Judiciária quatro dias após o crime, quando já era alvo de uma verdadeira caça ao homem. O arguido encontra-se em prisão preventiva no Estabelecimento Prisional de Silves. Os amigos confirmaram a discussão e disseram que tentaram meter Bráulio num carro. Foi então que foi esfaqueado.

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