Pedreiro mata patrão com taco de basebol e fica preso 16 anos
Carlos Corriente, de 63 anos, foi morto com uma pancada de um taco de basebol na cabeça.
O Tribunal da Relação de Évora manteve a pena de 16 anos de cadeia aplicada a um pedreiro que matou o patrão à pancada com um taco de basebol, em Castro Marim. O homicida, de 37 anos, foi ainda condenado a pagar uma indemnização cível de 90 mil euros à família de Carlos Corriente, de 63 anos.
Na sequência da discussão, pegou num "taco de madeira maciça" e atingiu Carlos Corriente com "uma pancada no lado esquerdo da cabeça, que o fez cair de imediato, inanimado, no chão sem se ter apercebido do que lhe havia acontecido".
O homicida verificou que Carlos "não respirava e que não tinha pulsação", colocou o taco no mesmo local de onde o havia retirado e, de seguida, "foi à casa de banho lavar o sangue que tinha nas mãos", abandonando a casa por uma janela . A vítima teve morte imediata devido à fratura dos ossos do crânio e das hemorragias sofridas.
O arguido foi condenado a 16 anos de cadeia mas recorreu da decisão para o Tribunal da Relação de Évora, que decidiu manter a pena aplicada pelo crime de homicídio qualificado.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt