Reviravolta no julgamento de Luís Grilo: Arma que matou triatleta não pertence a António Joaquim
Amante da viúva Rosa pede libertação imediata.
No Investigação CM desta segunda-feira contamos-lhe em exclusivo um dado novo que pode implicar uma autêntica reviravolta no julgamento de Luís Miguel Grilo.
A arma que matou o triatleta não é a arma de António Joaquim. Quem o garante é a defesa do ex-amante de Rosa que quer a libertação imediata do funcionário judicial.
A análise ao projétil apreendido leva a defesa do amante de Rosa Grilo a garantir que a arma do funcionário judicial não é a arma do crime. Uma reviravolta no processo com consequências para já imprevisíveis
António Joaquim entrou com um pedido no tribunal à juíza para sair da cadeia. Diz que os factos agora mudaram, os novos elementos mostram que o disparo fatal não foi feito com a sua pistola.
Em causa está uma das impressões digitais do projétil. A bala que matou o triatleta é diferente das disparadas da arma do funcionário judicial.
Para a defesa de António Joaquim a prova é inequívoca e não deixa dúvidas. Se aquela não é a arma do crime não há mais nada que justifique a prisão preventiva.
Rosa Grilo continua a garantir que o amante nada sabia, enquanto a polícia judiciária também não recolheu provas que o coloquem no local do crime.
Falta explicar o ADN no cano da arma, mas a defesa do funcionário judicial admite que tenha sido contaminação da cadeia de provas.
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