Juíza reserva nome de jurados no caso do homicídio de Fábio Guerra
Jurista alega que, face à decisão da juíza, será impossível apurar a imparcialidade dos jurados.
A juíza que vai presidir ao coletivo que irá julgar Cláudio Coimbra e Vadim Hrynko, os dois ex-fuzileiros acusados pelo homicídio qualificado do agente da PSP Fábio Guerra, em 2022, junto à discoteca Mome, em Lisboa, impediu o acesso dos advogados de defesa aos nomes dos jurados.
Segundo o ‘Público’, a magistrada decidiu que os defensores dos arguidos apenas poderão saber os primeiros nomes dos jurados. Miguel Santos Pereira, advogado de Cláudio Coimbra, apresentou recurso para a Relação de Lisboa. O jurista alega que, face à decisão da juíza, será impossível apurar a imparcialidade dos jurados. A escolha dos mesmos para este processo ainda decorre.
Após a escolha aleatória de 100 pessoas residentes no concelho onde decorrerá o julgamento, um segundo sorteio selecionará 18 pessoas. A ideia é determinar 4 jurados efetivos e 4 suplentes, que ajudarão o coletivo na decisão final.
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