Mercenário português implica político em morte de autarca
Homem de 41 anos acusou espanhol de ser o mandante do homicídio do autarca Alejandro Ponsoda, executado em outubro de 2017.
Um português de 41 anos, que foi mercenário ao serviço de governos e rebeldes na Costa do Marfim, África do Sul, Moçambique e Libéria, acusou, no Tribunal de Alicante, um político espanhol de ser o mandante do homicídio do autarca Alejandro Ponsoda, executado em outubro de 2017, em Polop, Espanha.
Protegido por um biombo para manter a identidade oculta, o português garantiu que Juan Cano, também político do Partido Popular espanhol e que sucedeu à vítima no cargo, ofereceu 35 mil euros para o serviço.
Na altura, o ex-mercenário era porteiro numa discoteca em Benidorm e rejeitou a proposta, mas recomendou dois homens para executar o homicídio.
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