Recurso de homicida de Bruno Candé contestado
Maria José Agrela, que acompanhou o processo, defende que “não merece qualquer censura a fundamentação de racismo que o tribunal atribuiu ao crime”.
O recurso de Evaristo Marinho, o veterano de guerra de 77 anos condenado a 22 anos e meio de cadeia pelo homicídio a tiro do ator Bruno Candé, ocorrido em julho de 2020, mereceu a contestação do Ministério Público.
Segundo o jornal ‘Público’, a procuradora do Ministério Público, Maria José Agrela, que acompanhou o processo, defende que “não merece qualquer censura a fundamentação de racismo que o tribunal atribuiu ao crime”.
“Preto de m..., vai para a tua terra” e “A tua mãe devia estar numa senzala”, foram alguns exemplos usados no acórdão.
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