Sargentos vão para tribunal para travar curso de ingresso na classe
Associação Nacional de Sargentos da GNR (ANSG) dá um prazo de 10 dias (que termina a 3 de julho) ao comando-geral da GNR.
A Associação Nacional de Sargentos da GNR (ANSG) dá um prazo de 10 dias (que termina a 3 de julho) ao comando-geral da GNR para parar com o atual curso de ingresso na classe, apelidando-o de "total ilegalidade". Caso isso não aconteça, a ANSG promete avançar para tribunal contra esta força de segurança.
Em carta ao comandante-geral, tenente-general Botelho Miguel, a ANSG mostra "estranheza" por esta força de segurança ter autorizado o início do 39.º curso de ingresso na categoria, para apenas dois formandos, e com aulas no centro de formação da GNR da Figueira da Foz. "Com a regulamentação de 2019, o estatuto da GNR determina que qualquer curso de formação para sargentos deve ser organizado na Unidade Politécnica Militar", sustenta a ANSG.
Por isso, refere a associação, "caso o comando da Guarda não altere esta ilegalidade, seguirá uma denúncia para o tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa". "Estamos solidários com todos os selecionados para este curso", conclui.
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