Testemunha de crime não fala

A segunda audiência do julgamento do caso Noite Branca realizou-se ontem, sob fortes medidas de segurança, e ficou marcada pelo processo-crime instaurado, pelo Ministério Público, a Cláudio Pereira, uma das principais testemunhas. No depoimento, este disse não se lembrar sequer de Aurélio Palha, dono da discoteca Chic, assassinado a tiro a 27 de Setembro de 2007.

24 de setembro de 2011 às 01:00
CRIME, HOMICÍDIO, PORTO Foto: Nuno Fernandes Veiga
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O depoimento de Cláudio poderia ajudar a deslindar o homicídio do empresário da noite e da tentativa de matar o segurança "Berto Maluco". Este último acabou também por ser morto à porta de casa, meses mais tarde.

Às perguntas da procuradora do Ministério Público, Cláudio respondeu quase sempre não se lembrar, quer de factos quer de pessoas. A testemunha disse ainda não querer responder para não se incriminar. Apesar de reconhecer os arguidos do processo (Bruno ‘Pidá’, Ângelo ‘Tiné’, Miguel ‘Palavrinhas’, Mauro Santos, Tiago ‘Chibanga’ e Augusto Soares), Cláudio afirmou nunca ter ouvido falar do gangue da Ribeira.

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