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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Elevador esconde morto 24 horas

Cadáver de Armando Fernandes foi encontrado por técnicos de reparação.

22 de outubro de 2014 às 07:55

A mulher e a filha de Armando Fernandes deram o alerta para o seu desaparecimento pelas 10h00 de anteontem. Era procurado na rua, quando estava, afinal, morto no fundo do poço do elevador do prédio onde vivia – no 6º andar do nº 54 da avenida Defensores de Chaves, em Lisboa. Foi encontrado 24 horas depois.

A PSP já estava alertada, mas foram técnicos de reparação de elevadores a encontrar o homem de 82 anos, pelas 10h00 de ontem. A PJ investiga.

Antes de se confirmar o óbito do reformado, chegou a pensar-se que o cadáver encontrado no poço do elevador porta-cargas do prédio pertencia a um outro morador, seu vizinho. A dúvida só se esclareceu quando este último entrou calmamente pelo prédio, surpreendendo familiares e vizinhos.

A morte do idoso não teve testemunhas. Será agora alvo de uma investigação da secção de Homicídios da PJ, para a qual contribuirá o relatório de peritagem da empresa de elevadores. Ao que o CM apurou, Armando Fernandes terá saído de casa pelas 10h00 de segunda-feira. Com os elevadores avariados, desceu até ao 4º andar e terá encontrado a porta aberta. Entrou à confiança, sem perceber que a cabina do elevador estava parada entre o 4º e o 5º andares, por cima de si. A queda abrupta da vítima só parou no fundo do poço do elevador.

Depois do alerta dos técnicos da empresa de reparação, ontem de manhã, os bombeiros e a PSP foram chamados, cerca de 24 horas depois da queda. O óbito foi confirmado, tendo o cadáver sido removido para autópsia.

Família de outro homem chorou tragédia

Durante várias horas, pensou-se que o cadáver encontrado no fundo do poço de um elevador do nº 54 da avenida Defensores de Chaves, em Lisboa, pertencesse a um homem, com cerca de 70 anos, morador no 4º andar do imóvel. Mulher e filha da suposta vítima choraram a tragédia – e ficaram sem palavras quando, afinal, viram o familiar estacionar o carro à porta do prédio e entrar.

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