Fenprof avança que 20 mil professores ficaram para trás.
Concorda com aplicação da norma-travão no concurso de professores?
O Ministério da Educação (MEC) recebeu mais de 33 mil candidaturas para as 1453 vagas no concurso de vinculação de professores aos quadros. As listas provisórias de ordenação e exclusão de docentes foram publicadas nesta segunda-feira, na página da internet da Direção-Geral da Administração Escolar, e as críticas não tardaram em surgir.
O concurso é contestado pelas organizações sindicais devido à norma-travão. Esta prevê que os docentes com, pelo menos, cinco contratos consecutivos nos últimos anos tenham prioridade na colocação. Para a FNE, "em vez de resolver as questões de injustiça", a medida "vem antes agravá-las".
Ontem, a Fenprof avançou que "mais de 20 mil candidatos foram ultrapassados no acesso aos quadros", apesar de terem uma graduação profissional superior.
Num dos casos, uma docente com quase 33 anos de serviço é colocada na segunda prioridade do concurso, podendo ou não vincular. Outra colega, com seis anos de ensino, é abrangida pela norma.
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