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Correio da Manhã

Portugal
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"Aquaparque da morte" levou à criação de leis para parques aquáticos

Em 1993, no espaço de 48 horas, duas crianças perderam a vida no Restelo, em Lisboa.
Janete Frazão 29 de Abril de 2019 às 21:51
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Em 1993, no espaço de 48 horas, duas crianças perderam a vida no Restelo, em Lisboa.

No Aquaparque de Lisboa, em 1993, morreram duas crianças. Recordamos, neste Investigação CM, o caso que conduziu a uma batalha judicial sem precedentes. Os pais processaram os administradores do parque e o processo arrastou-se durante 10 anos nos tribunais.

O Estado português acabou obrigado a maior indemnização de sempre por danos morais e patrimoniais aos familiares das crianças por omissão de legislação.

Em 1993, no espaço de 48 horas, duas crianças perderam a vida no Aquaparque do Restelo, em Lisboa. O espaço fechou, ficou apelidado de "Aquaparque da Morte" e esteve ao abandono mais de 20 anos.

A tragédia do Aquaparque deu lugar à criação de leis próprias, dirigidas especificamente a parques aquáticos.

Fica a faltar o resto.

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