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Acedem à conta de empresa de viagens e efetuam várias reservas sem autorização. Foram constituídos arguidos por burla

Prejuízo para a empresa ascende os 14 mil euros.

12 de março de 2026 às 09:20

Duas pessoas foram constituídas arguidas por terem acedido sem autorização à conta de uma empresa de viagens e efetuarem diversas reservas, também elas não autorizadas, que envolveram companhias aéreas, unidade hoteleiras, cruzeiros e parques temáticos. O prejuízo para a empresa ascende os 14 mil euros.

Os arguidos são suspeitos dos crimes de acesso ilegítimo e burla informática e nas comunicações.

A operação "Ghost Trip", da Polícia Judiciária, realizada em Santa Maria da Feira, foi acompanhada por Especialistas de Polícia Científica desta polícia. Foram efetuadas duas buscas domiciliárias e localizadas duas armas de fogo e dezenas de munições de diferentes calibres, "cujo titular não possuía licença de uso e porte de arma válida", referem as autoridades em comunicado. O suspeito foi detido, mas acabou por ficar em liberdade.

O inquérito é dirigido pelo Ministério Público de Guimarães.

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