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Correio da Manhã

Portugal
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Acidentes na estrada já mataram nove pessoas só este ano

Últimos dois casos foram em dias seguidos, na semana passada, em Querença e Vale Judeu.
João Mira Godinho 25 de Fevereiro de 2019 às 08:27
Motociclista morreu na sequência da colisão com um carro, perto da Aldeia de Marim, em Olhão, em janeiro
GNR
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Motociclista morreu na sequência da colisão com um carro, perto da Aldeia de Marim, em Olhão, em janeiro
GNR
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Motociclista morreu na sequência da colisão com um carro, perto da Aldeia de Marim, em Olhão, em janeiro
GNR
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Desde 1 de janeiro, nove pessoas já morreram nas estradas algarvias, em resultado de acidentes. Nos últimos 12 meses, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) registou 40 mortes - mais 11 casos do que nos 12 meses anteriores.

Os dois últimos acidentes mortais aconteceram na semana passada, ambos em Loulé. Na quarta-feira, um motociclista, de 40 anos, não sobreviveu à colisão com um camião, perto de Querença. E no dia seguinte, um homem, de 59, morreu num despiste em Vale Judeu.

Ainda em fevereiro, no dia 2, e também em Loulé, na zona de Salir, um idoso, de 82 anos, foi colhido mortalmente por um carro destravado. Já em janeiro, no dia 11, o despiste contra uma árvore, em Cacela, matou um homem de 39 anos.

Depois, a 16, um jovem, de 22 anos, e um jornalista, de 46, morreram quando as viaturas que conduziam colidiram em Castro Marim.

E no dia 27, faleceram um jovem, de 22 anos, num despiste de uma moto4, junto ao Estádio do Algarve, em Loulé, e um motociclista, de 50, numa colisão com um carro, na Aldeia de Marim, Olhão. A estas oito mortes, junta-se a de uma idosa, de 85 anos, atropelada no início de janeiro, em Boliqueime, que morreu três semanas depois.

PORMENORES
Média superior a 2018
O ano passado, com 40 mortes, e uma média de 3,3 mortes/mês, foi o pior nas estradas algarvias desde 2012 (43). Este ano a média é 4,5 mortes/mês.

ANSR regista cinco mortes
Até 15 de fevereiro, a ANSR regista cinco mortes. Faltam as duas vítimas da semana passada e uma outra. Já a idosa que morreu três semanas após o acidente, não é contabilizada.

Menos um ferido grave
Ainda segundo a ANSR, também até 15 de fevereiro, houve 21 feridos graves em acidentes, menos um do que em 2018.
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