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Correio da Manhã

Portugal

Cinco militares da GNR feridos em combate a incêndio em Évora

Três estão em estado grave. Chamas estão a consumir "uma área de pasto".
27 de Agosto de 2018 às 18:09
Cinco militares da GNR feridos em combate a incêndio em Évora
Cinco militares da GNR feridos em combate a incêndio em Évora
Cinco militares da GNR feridos em combate a incêndio em Évora
Cinco militares da GNR feridos em combate a incêndio em Évora
Cinco militares da GNR feridos em combate a incêndio em Évora
Cinco militares da GNR feridos em combate a incêndio em Évora
Cinco militares da GNR feridos em combate a incêndio em Évora
Cinco militares da GNR feridos em combate a incêndio em Évora
Cinco militares da GNR feridos em combate a incêndio em Évora
Cinco militares da GNR ficaram feridos, com queimaduras, num incêndio rural que deflagrou num monte no concelho de Mourão, no distrito de Évora, esta segunda-feira à tarde e que mobiliza 72 operacionais, apoiados por quatro meios aéreos, revelaram os bombeiros.

Três dos militares são "feridos graves", tendo um sido levado para o Hospital de Évora e os outros dois para Coimbra e Porto, revelou o INEM.

Um deles, de 32 anos, seguiu para o Hospital do Espírito Santo de Évora (HESE) na ambulância de suporte imediato de vida (SIV) de Moura". Foi transferido, já esta noite, para o Hospital de S. José.

"Os outros dois, que inspiram maiores cuidados, foram helitransportados", acrescentou, explicando que um deles, de 39 anos, foi levado para os Hospitais da Universidade de Coimbra e que o outro, de 30 anos, foi transportado para o Hospital de São João, no Porto.

A presidente da Câmara de Mourão, Maria Clara Safara, revelou à Lusa que os cinco militares da GNR pertencem à equipa do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) sediada em Moura, no distrito de Beja.

Segundo a autarca, que tem o pelouro da Proteção Civil municipal, estes militares integravam a equipa do meio aéreo que participava nas operações de combate ao fogo. Terão sido apanhados pelas chamas quando o vento mudou de direção, afirmou o agricultor que socorreu três dos feridos.

"Como eu também estava por perto, comecei a fugir também na carrinha, por pouco não ia ficando também lá no incêndio, mas eles chamaram-me e pediram-me socorro e eu levei-os em cima da carrinha e saí daquele local com três", relatou Carlos Medinas.

"Eu trouxe três porque foram aqueles que fugiram em direção à carrinha", acrescentou, indicando que os outros dois militares feridos foram socorridos mais tarde.

O fogo, que teve início no Monte do Canhão, no concelho de Mourão, às 16h30, ainda está ativo.

As chamas estão a consumir "uma área de pasto".
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