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Ataques informáticos a contas bancárias dispararam entre janeiro e março

Relatório do Ministério Público alerta para perigo crescente.

14 de julho de 2022 às 08:44

O crime informático de ‘phishing’ (envio de emails para desvio de dados bancários e pessoais das vítimas), representa a maior fatia do total de denúncias de cibercrime feitas à Procuradoria Geral da República (PGR) no primeiro semestre de 2022. No total, refere esta entidade em comunicado ontem divulgado online, foram recebidas 852 queixas remetidas informaticamente para a PGR. Destas, 255, ou seja cerca de 30%, dizem respeito a denúncias de ‘phishing’. Os criminosos usam, ilicitamente, logotipos de organismos públicos como a Autoridade Tributária e Aduaneira ou a EDP.

O objetivo, na maioria dos casos, passa pelo desvio de dados dos cartões de crédito das vítimas. As burlas com criptomoedas (moeda digital) registaram também, segundo o relatório da PGR, uma especial preponderância neste relatório.

O Ministério Público recebeu 63 denúncias de lesados em investimentos neste setor, que atrai as vítimas com promessas de elevados ganhos. No mesmo documento constam ainda queixas por burlas em compras online, na aquisição de casas, e ainda com páginas falsas de internet.

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