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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Autarca de Pedrógão Grande admite processar detratores após arquivamento de processo pelo MP

Valdemar diz que tem sido vítima de uma cabala e perseguição política na sequência do incêndio de 2017.

06 de março de 2019 às 20:06

O presidente da Câmara de Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, disse esta quarta-feira que tem sido vítima de uma cabala e perseguição política na sequência do incêndio de 2017 no concelho, e admitiu processar judicialmente os detratores.

Numa conferência de imprensa para abordar o arquivamento de um inquérito a uma alegada fraude na distribuição de donativos aos lesados do incêndio de junho de 2017, Valdemar Alves manifestou-se satisfeito com a decisão do Ministério Público (MP) e disse que todo o "fumo" em volta desta questão é motivado por querelas políticas.

"Isto é a prova de que se trata de uma cabala e de uma perseguição pessoal e política, pelo que estou tranquilo em todas as frentes que os meus 'amigos' me têm aberto, mas cá estamos para ir esclarecendo as autoridades judiciais caso a caso", salientou o autarca, reeleito pelo PS em outubro de 2017, após ter cumprido um primeiro mandato pelo PSD.

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