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Barreiro/Moita: ETAR com capacidade para servir 290 mil habitantes

A maior Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) da Península de Setúbal tem capacidade para 290 mil habitantes e foi inaugurada na manhã desta segunda-feira, no Quimiparque do Barreiro, pela ministra do Ambiente Dulce Pássaro. As instalações da ETAR Barreio/Moita, da SimarSul, são o resultado de um investimento de 17 milhões de euros.

12 de abril de 2011 às 15:31

João Lobo, presidente da Câmara da Moita, não deixou de criticar o atraso na construção da ETAR Barreiro/Moita, um projecto com origem nos anos 70: "A opção do país foi para sistemas multimunicipais, o que não teve a nossa concordância, e com este sistema as autarquias foram impedidas de concorrer a fundos comunitários. Esta ETAR é um projecto que vem dos anos 70".

A ministra Dulce Pássaro respondeu que as instalações agora inauguradas permitem dar uma resposta ambiental mais eficaz. "Se tivesse sido construída há mais tempo, não seria compatível com as cada vez mais exigentes requisitos ambientais. Às vezes perde-se em esperar, mas também se ganha", afirmou a ministra.

Carlos Humberto, autarca do Barreiro, por sua vez, sublinhou  importância da ETAR na recuperação ambiental da frente ribeirinha e na devolução às populações: "As pessoas podem agora usufruir em melhores condições de um dos maiores patrimónios do Barreiro que é o Rio Tejo. Vale a pena combater pelos nossos objectivos, pois mais cedo ou mais tarde as instituições vão reconhecer a sua importância".

As instalações da ETAR Barreio/Moirta são um investimento de 17 milhões de euros e irá abranger 90 por cento do concelho do Barreiro, 92 da Moita e ainda uma parte de Palmela.

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