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Direção de operações do incêndio em Monchique assumida pelo Comando Nacional

Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, disse que o Algarve sempre foi uma zona de risco significativo.

07 de agosto de 2018 às 13:05

Eduardo Cabrita, ministro da Administração Interna, fez esta terça-feira um balanço sobre o incêndio que tem deflagrado em Monchique, confessando que o Algarve sempre foi uma zona de risco e referindo que a direção de operações foi assumida pelo Comando Nacional.

"Sabíamos há muito que o risco no Algarve era significativo. Algarve é a prioridade dos meios aéreos", disse o ministro, sublinhando que a Via do Infante pode vir a ser cortada devido ao fumo que se faz sentir.

"A resposta a este incêndio foi notável, porque permitiu eliminar rapidamente todas essas ocorrências sem verificação e sem qualquer risco e vítima nestes incidentes. Queria transmitir uma mensagem de confiança e solidariedade a todos o que estão concentrados no incêndio. Continua a decorrer em condições adversas. Estão no local mais de 1200 operacionais, 400 viaturas, 17 meios aéreos e três meios aéreos com cooperação com Espanha", disse Eduardo Cabrita, na sede da Proteção Civil.

"Estamos numa situação de ventos de norte e noroeste muito significativos que irão prolongar-se nos próximos dias. Quero deixar uma mensagem de serenidade. A GNR reforçou mecanismos de garantia de segurança na Via do Infante, mesmo que seja pontualmente afetada. Ainda ontem a embaixada britânica entrou em contacto connosco, pois tem cooperado connosco. É tempo de combate, não é tempo de balanços", sublinhou.

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