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Artigo exclusivo

“Ela é que não queria comer”: filho nega em tribunal ter deixado a mãe morrer à fome

António Oliveira desculpou-se. Diz que não deixava a mãe sair de casa com medo que a idosa, de 98 anos, caísse.

16 de janeiro de 2026 às 01:30

António Oliveira sentou-se no banco dos réus e perante um tribunal de júri, esta quinta-feira em Setúbal, assumiu a responsabilidade de toda a acusação que o aponta como o responsável, juntamente com a mulher, da morte da mãe de 98 anos. Mas, acima de tudo, negou qualquer intenção. “Devia ter pedido assistência médica”, começou por dizer. António diz que sempre alimentou a mãe que estava ao seu cuidado mas, segundo o arguido “ela é que não queria comer”.

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