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Artigo exclusivo

Escola Básica cala abusos e pedófilo acaba a trabalhar no Colégio dos Maristas

Professor auxiliar de 19 anos foi condenado a oito anos de prisão por 23 ataques a crianças entre os sete e os 11 anos.

28 de setembro de 2022 às 01:30

Em outubro de 2020, Ricardo Jorge foi suspenso da Escola Básica nº 1 de Birre, em Cascais, após denúncias de abusos sexuais sobre um menor. Mas o caso não foi comunicado às autoridades e o jovem professor auxiliar rapidamente encontrou novo trabalho, agora no Colégio Marista de Carcavelos, uma escola privada pertencente à ordem católica dos Irmãos Maristas, construída na década de 1960. Duas semanas depois era preso pela Polícia Judiciária após denúncia do colégio para novos abusos. Em janeiro deste ano acabou condenado a 8 anos de prisão por 23 crimes sexuais contra dez menores. As vítimas tinham entre 7 e 11 anos.

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