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Guardas florestais da GNR marcam greve para amanhã. País continua em estado máximo de emergência

Ministro da Administração Interna defendeu esta quinta-feira que "há momentos e momentos" para exercer o direito à greve e manifestação.

14 de julho de 2022 às 22:04

O ministro da Administração Interna defendeu esta quinta-feira que "há momentos e momentos" para exercer o direito à greve e manifestação, a propósito do protesto dos guardas florestais da GNR na sexta-feira, quando o país está em estado de contingência.

"Tratando-se naturalmente de um direito, que é o direito à manifestação, julgo que, como todos compreendemos, há momentos e momentos para o exercício desse direito constitucionalmente consagrado e que nós respeitamos imenso", disse hoje o ministro José Luís Carneiro, numa conferência de imprensa na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), na qual anunciou o prolongamento do estado de contingência até domingo devido ao risco de incêndios florestais.

Questionado sobre a greve nacional dos guardas florestais do SEPNA/GNR, agendada para sexta-feira, o ministro negou que não tenha recebido os representantes sindicais destes trabalhadores, afirmando que se reuniu com a a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, que os representa, tendo tomado conhecimento das "questões que mais os preocupam", como o estatuto profissional e a tabela remuneratória.

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