Maior parada da democracia no País mobilizou 4500 policias e militares

Honras militares a Marcelo e hino de Portugal no arranque da cerimónia histórica. Cavaco Silva foi ausência notada.
Por Sara G. Carrilho e Pedro Ramos Bichardo|05.11.18

Às onze horas em ponto, as forças alinhadas ao longo da avenida da Liberdade, no coração de Lisboa, fizeram as honras a Marcelo Rebelo de Sousa e personalidades presentes na tribuna, com o hino nacional tocado pela banda da Força Aérea, cantado a uma só voz e acompanhado por uma salva de 21 tiros.

A emoção marcou o arranque da cerimónia histórica que este sábado juntou 4500 militares e polícias numa parada que assinalou os 100 anos do armistício da Primeira Guerra Mundial. Seguiu-se a revista das forças em parada ao longo da avenida. Depois, Marcelo Rebelo de Sousa depositou uma coroa de flores no Monumento aos Mortos da I Grande Guerra, momento assinalado com a passagem de quatro F16.

A cerimónia culminou com o maior desfile de sempre em Portugal. Militares do Exército, Marinha, Força Áerea, GNR, polícias da PSP,ex-combatentes, militares americanos, franceses, ingleses e alemães, de todos os batalhões, unidades e valências. O ar foi rasgado por caças e aeronaves militares e o chão tremeu à passagem dos veículos operacionais, entre blindados e tanques de combate com 70 toneladas.

Cavaco Silva declina convite para desfile

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