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Ministério Público acusa 10 por oito anos de assaltos a ourivesarias

Nove arguidos e uma empresa vão responder por crimes de associação criminosa, furto, recetação.

05 de maio de 2026 às 16:47

Nove arguidos e uma empresa foram acusados pelo Ministério Público de Évora, por uma vaga de assaltos a ourivesarias que se estendeu por pelo menos 8 anos. O gang, refere o despacho acusatório, terá lucrado perto de 880 mil euros com a atividade criminosa.

Estão indiciados por crimes diversos como associação criminosa, furto qualificado, recetação, branqueamento, entre outros, após uma investigação feita pela Direção de Investigação Criminal da PSP.

Cada assalto realizado pelo gang obedecia a um estudo prévio. Atuando de Norte a Sul do país, os ladrões estudavam os alvos, sob a liderança de um dos agora acusados. O MP refere mesmo que o grupo chegou a organizar um drone para filmar a zona envolvente da ourivesaria escolhida, com a ideia de estudarem rotinas e horários dos donos e funcionários das ourivesarias.

Os crimes eram depois feitos através de arrombamento de paredes ou tetos que dessem acesso direto às casas de banho das lojas escolhidas, ou ao local onde estavam os cofres-fortes. O arrombamento dos cofres era feito com maçarico

A acusação pede o congelamento de bens apreendidos ao gang (como saldos bancários, dinheiro, carros, ouro, prata e relógios), no valor de quase 800 mil euros.

Dois dos arguidos estão em prisão preventiva, dois em domiciliária, e outros três arguidos estão com apresentações às autoridades. Os outros dois arguidos estão proibidos de contactos entre si.

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