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Missão da GNR no controlo de fronteiras do aeroporto de Lisboa terminou hoje

Na segunda-feira, iniciam funções, em regime de estágio operacional, durante duas semanas, 367 novos agentes da PSP.

05 de julho de 2026 às 14:12

O reforço da GNR no controlo de fronteiras do aeroporto de Lisboa terminou, este domingo, pelas 13h00, na véspera de entrada em estágio de novos agentes da PSP formados para estas funções, adiantou a Polícia de Segurança Pública (PSP).

Em comunicado, a PSP recorda que o reforço operacional da Guarda Nacional Republicana (GNR) no controlo de fronteiras, no aeroporto Humberto Delgado, teve início a 06 de janeiro deste ano, "aumentando a capacidade de resposta policial de controlo de fronteira enquanto decorriam as obras de ampliação e o aumento das posições de controlo no aeroporto, bem como a formação de novos efetivos especializados (Guardas de Fronteira) da PSP".

Na segunda-feira, iniciam funções, em regime de estágio operacional, durante duas semanas, 367 novos agentes da PSP, sendo que 170 vão ficar alocados ao aeroporto de Lisboa, sendo os restantes distribuídos por Porto, Faro, Madeira e Açores.

No comunicado este domingo divulgado, o diretor nacional da PSP, Luís Carrilho, agradece e reconhece a "colaboração prestada, destacando o profissionalismo, a competência, a dedicação e o elevado sentido de missão demonstrados pelos militares da GNR ao longo de toda a operação, fatores que a PSP considera determinantes para o sucesso desta missão conjunta", que contribuiu para "reforçar os laços institucionais e a capacitação mútua" no controlo de fronteiras.

O ministro da Administração Interna (MAI) afirmou na sexta-feira, na cerimónia de encerramento do curso de formação dos novos agentes, em Torres Novas, Santarém, que o reforço de 367 agentes da PSP nas fronteiras aeroportuárias permitirá acelerar o controlo de passageiros, embora admita que continuem a existir filas pontuais devido a constrangimentos operacionais.

Luís Neves advertiu que poderão continuar a verificar-se constrangimentos pontuais na operação aeroportuária, sublinhando que "as filas existirão sempre" e que poderá haver dias em que problemas informáticos ou no acesso a bases de dados nacionais e internacionais afetem a rapidez do controlo de passageiros.

O ministro salientou também que o aumento do número de viajantes tem colocado pressão adicional sobre as infraestruturas aeroportuárias, referindo que Portugal recebe atualmente mais 20 mil passageiros por dia do que no mesmo período do ano passado.

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