Mortes do ano passado marcam o pior ano nas estradas algarvias desde 2012

Em 2018, houve 40 mortes em resultado de acidentes, mais 10 do que no ano anterior e invertendo tendência de descida.
Por João Mira Godinho|14.01.19

O ano passado registaram-se 40 mortes nas estradas algarvias, mais 10 do que em 2017. Este aumento do número de vítimas mortais de acidentes de viação vem inverter a tendência de descida, que se verificava desde 2015, e representa o maior número de mortes desde 2012, quando se registaram 43.

2018 foi mesmo um ano negro nas estradas algarvias. Além do aumento das vítimas mortais, registou-se igualmente uma subida no total de feridos graves - 195, mais 3 do que em 2017, e o maior número desde 2009 (241). Apenas o número de acidentes registou uma redução, passado de 10 748, em 2017, para 10 604 no ano passado.

A última morte que resultou de um acidente de viação no Algarve, em 2018, foi a de um motociclista de 61 anos que se despistou após atropelar um animal, na zona do Ameixial, Loulé, a 26 de dezembro.

Já este ano, e até agora, há apenas registo de uma vítima mortal nas estradas algarvias. David Costa, de 39 anos, faleceu após o ligeiro de mercadorias que conduzia embater numa árvore, na sequência de um despiste, na zona de Alagoinhas, Vila Nova de Cacela, Vila Real de Santo António, na madrugada de sexta-feira. O óbito foi confirmado no hospital.

PORMENORES
Mais de 3 mortes por mês
Em média, em 2018, verificaram-se 3,3 mortes por mês nas estradas da região em resultado de acidentes de viação.

Quarta posição nacional
Faro ocupa, a par de Leiria, o quarto lugar entre os distritos com maior número de mortes. Setúbal (65), Porto (56) e Lisboa (49) estão no pódio.

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