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Correio da Manhã

Portugal
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Bombeiro que morreu na Lousã foi cercado pelas chamas após mudança de vento, diz Proteção Civil

Duarte da Costa indicou que incêndio que matou bombeiro, provocou ferimentos em 4 outros da corporação de Miranda do Corvo.
Lusa 12 de Julho de 2020 às 12:59
Chefe de equipa dos bombeiros de Miranda do Corvo morre em incêndio na Serra da Lousã
Chefe de equipa dos bombeiros de Miranda do Corvo morre em incêndio na Serra da Lousã
O comandante da Proteção Civil admitiu este domingo que possa ter sido uma mudança de vento a cercar a equipa do bombeiro de Miranda do Corvo que morreu a combater um incêndio na Lousã, mas reservou conclusões para depois dum inquérito.

Em conferência de imprensa na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Duarte da Costa indicou que o incêndio que matou um bombeiro e provocou ferimentos em quatro outros da corporação de Miranda do Corvo começou com uma trovoada seca e que, nessas condições, há "mudanças de vento repentinas nas camadas inferiores da atmosfera, junto ao chão".

"Rapidamente, num terreno que é muito difícil e com grande declive, poderá ter havido uma alteração de vento que levou a que o chefe José Augusto se visse na vicissitude de não conseguir sair da zona onde acabou por falecer. No entanto, vamos aguardar com calma e serenidade que sejam feitos todos os inquéritos pelas autoridades competentes como foi determinado pelo ministro da Administração Interna para que se tirem conclusões e se evitem situações destas", declarou.

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