page view
Imagem promocional da micronovela
MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

"Não és minha nem de ninguém"

Homicida da Estela diz que agiu por ciúmes.

03 de novembro de 2015 às 12:02

Paulo Silva – que em abril matou quatro pessoas em Estela, Póvoa de Varzim – chorou diante do juiz de instrução, quando foi ouvido em primeiro interrogatório. Pediu apoio psicológico e disse que agiu essencialmente por ciúmes. Queria voltar para a ex-mulher, Sílvia Lima, mas aquela recusava. Diante do juiz, o homicida disse mesmo que esta era daquelas situações em que se poderia dizer "não és minha nem de ninguém". Revelou ainda não aceitar o facto de a ex-mulher ter um novo companheiro.

O homicida tinha já descrito às autoridades como matou a tiro Sílvia, os sogros Domingos e Maria de Fátima e o enteado Renato Alves. Explicou que existiam também problemas relacionados com a divisão de bens, nomeadamente de alguns terrenos.

Durante o interrogatório, a defesa de Paulo, de 44 anos, tentou ainda que o arguido falasse sobre a morte da mãe alegando que teria ficado traumatizado com os acontecimentos. O homicida apenas confirmou que o autor do crime tinha sido o seu pai e que à data tinha sete anos, recusando prestar mais declarações sobre o assunto.

O relacionamento de Paulo e Sílvia terá terminado, segundo familiares, devido ao carácter violento do homicida. Antes do final da relação, a vítima teria sido agredida a pontapé.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

o que achou desta notícia?

concordam consigo

Logo CM

Newsletter - Bom Dia

As suas notícias acompanhadas ao detalhe.

Mais Lidas

Ouça a Correio da Manhã Rádio nas frequências - Lisboa 90.4 // Porto 94.8