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Correio da Manhã

Portugal

O mergulhador que já recolheu 30 mil litros de lixo pela costa portuguesa

Miguel Lacerda pretende que as futuras gerações possam desfrutar dos oceanos tanto quanto ele.
24 de Maio de 2019 às 15:59
Miguel Lacerda pretende que as futuras gerações possam desfrutar dos oceanos tanto quanto ele
Miguel Lacerda pretende que as futuras gerações possam desfrutar dos oceanos tanto quanto ele
Miguel Lacerda pretende que as futuras gerações possam desfrutar dos oceanos tanto quanto ele
Miguel Lacerda pretende que as futuras gerações possam desfrutar dos oceanos tanto quanto ele
Miguel Lacerda pretende que as futuras gerações possam desfrutar dos oceanos tanto quanto ele
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Miguel Lacerda pretende que as futuras gerações possam desfrutar dos oceanos tanto quanto ele
Miguel Lacerda pretende que as futuras gerações possam desfrutar dos oceanos tanto quanto ele

Todas as semanas, o mergulhador e velejador Miguel Lacerda percorre a costa rochosa de Portugal à procura de lixo marinho entre penhascos com 140 metros de altura. Depois de se tornar o primeiro português a mergulhar nas águas da Antártida, Lacerda quer agora que futuras gerações possam desfrutar dos oceanos tanto quanto ele.

"Cada vez que mergulho, em qualquer parte do mundo, encontro sempre lixo", afirma à Reuters, acrescentando que foi uma viagem à península antártida em 2010 que o inspirou a começar a recolher lixo nas falésias perto de Lisboa.

"Toda a gente vai a limpeza de praias mas as falésias são onde ninguém quer ir"diz, depois de uma manhã a procurar por lixo no fundo de um penhasco. Para aí chegar, Lacerda, de 62 anos, teve de passar por caminhos com acesso difícil e descer pedras escorregadias – por vezes com a ajuda de uma corda.

Nos últimos anos, o velejador encontrou cerca de 30 mil litros de lixo numa área costeira de apenas três quilómetros. Contou à Reuters que, entre o material recolhido, estavam geladeiras e até copos de plástico que atravessaram o Atlântico desde a Florida, nos Estados Unidos da América.

No entanto, a maior parte do lixo encontrado por Lacerda continua a ser proveniente das indústrias de pesca e transporte, incluindo equipamentos usados na pesca de lagosta nos Estados Unidos e no Canadá. "Não podemos ficar parados", alerta o mergulhador à Reuters. "As pessoas que gostam do oceano têm o dever de o respeitar."

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