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“O que acontecer daqui para a frente é culpa do Governo”: Forças de segurança enchem centro do Porto

Milhares de elementos da PSP, GNR e Guarda Prisional deixam avisos sobre o crescimento da insatisfação.

01 de fevereiro de 2024 às 01:30
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20 mil vozes em uníssono cantam 'A Portuguesa'

“Alguém avise o ministro da Administração Interna que a paciência tem limites” ou “o que acontecer daqui para a frente é culpa do Governo”. Estas duas frases resumem a insatisfação e o ressentimento dos milhares de polícias (os sindicatos falam em mais de 20 mil) que esta quarta-feira encheram as ruas do Porto em mais uma ação de protesto por melhores salários e um suplemento de risco igual ao que foi dado à PJ.

Em causa as notícias de que o Governo, ainda antes do anunciado protesto de agricultores, abriu os cordões e disponibilizou 400 milhões de euros para o setor e os dados da execução orçamental que dão conta de um excedente de quatro mil milhões nos cofres do Estado. “Só para os polícias não há dinheiro”, gritaram os milhares de homens e mulheres da PSP, GNR e Guarda Prisional. Muitos apelam a ações com mais visibilidade e outras formas de luta uma vez que o protesto iniciado a 7 de janeiro não teve, até agora, qualquer consequência.

Esta quarta-feira à tarde, o ministro da Administração Interna recebeu, numa “reunião de trabalho interna”, as chefias da PSP, GNR e ANEPC.

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