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Artigo exclusivo

Arquivado caso de grávida que perdeu bebé após ida a cinco hospitais

IGAS considera que morte foi um "acidente obstétrico súbito e imprevisível" e iliba hospitais de responsabilidades, considerando que cumpriram com as regras.

05 de agosto de 2026 às 01:30

A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) arquivou o processo relativo à morte de um recém-nascido depois de a grávida ter ido a cinco hospitais no espaço de 12 dias. Segundo o processo de esclarecimento da IGAS, a morte, a 22 de junho de 2025, "poderá enquadrar-se na noção de acidente obstétrico súbito e imprevisível".

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