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Piso na Via do Infante abre polémica

Troço em mau estado sofreu aumento de preço nas portagens.

08 de janeiro de 2018 às 08:44

Após uma redução de 15% do valor cobrado nas portagens da Via do Infante (A22), em 2016, o troço entre Tavira e Vila Real de Santo António foi um dos vários da A22 que tiveram um aumento de 5 cêntimos no início de 2018. No entanto, existem diversas queixas de utentes sobre o mau estado do piso naquele troço.

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Piso na Via do Infante abre polémica

"Existem buracos no piso com mais de seis centímetros de profundidade, principalmente na faixa de rodagem da direita [no sentido Tavira-Vila Real de Santo António], entre os quilómetros 105 a 115" da A22, queixa-se um dos utentes no Portal da Queixa, exigindo ainda uma indemnização por "danos causados nas jantes do veículo e respetivas suspensões".

Segundo o utente, "várias vezes o computador do veículo [BMW série 3 GT] fica com erros de suspensão devido a estas anomalias".

Ao longo daquele troço da autoestrada - onde se paga agora 1,75 € (classe 1), 3,05 € (classe 2), 3,90 € (classe 3) e 4,35 € (classe 4) - são visíveis vários sinais de perigo em que se alerta para o piso "em mau estado".

O CM constatou no local que estão a decorrer algumas obras no troço, que condicionam o trânsito, no sentido Vila Real de Santo António-Tavira. No entanto, apesar de várias tentativas de contacto com a concessionária Via Livre, não foi possível obter qualquer esclarecimento sobre a intervenção.

Fonte da Infraestruturas de Portugal referiu ao CM que qualquer obra está a cargo da empresa concessionária. 

PORMENORES 

Valores cobrados

O condutor de um veículo da classe 1 paga 8,85 € (subida de 15 cêntimos) para percorrer toda a Via do Infante (A22). A viagem de um veículo da classe 2 custa 15,45 € (mais 20 cêntimos), enquanto um da classe 3 tem um custo de 19,80 € (mais 15 cêntimos) e da classe 4 de 22,05 € (mais 15 cêntimos).

Receitas de 14,8 milhões

Segundo o boletim sobre parcerias público-privadas, no primeiro semestre do ano passado, a concessão da A22, a cargo da Via Livre, teve encargos brutos de 34 milhões de euros. Já a cobrança das portagens rendeu à concessionária receitas de 14,8 milhões de euros.

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