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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Recluso nega ter assassinado colega de escola

Homem de 50 anos está ser julgado. Diz-se inocente.

05 de fevereiro de 2019 às 08:30

Um recluso de 50 anos negou, esta segunda-feira em tribunal, ter asfixiado até à morte o companheiro de cela no Estabelecimento Prisional de Coimbra, em janeiro de 2016. "Tenho a minha consciência limpa. Nunca tirei a vida a ninguém", afirmou ao coletivo de juízes. No julgamento, no tribunal de Coimbra, o recluso lembrou que a vítima até era sua testemunha abonatória num processo.

"Porque é que ia matar a minha testemunha?", questionou. Disse ainda que no dia da morte estranhou que o colega continuasse deitado durante a hora de almoço e alertou os guardas. Nas alegações finais, a procuradora pediu a condenação e a advogada do arguido defendeu a absolvição.

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