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Sacou 3 milhões em falsos investimentos na bolsa

Ministério Público leva a julgamento homem, e empresa por este criada, por crime de burla qualificada.

21 de julho de 2024 às 01:30

Um homem e uma sociedade comercial por si criada foram acusados pelo DIAP do Ministério Público de Évora do crime de burla qualificada. O suspeito está pronunciado por ter criado um esquema de falsos investimentos bolsistas, com o qual lucrou cerca de 3 milhões de euros.

A prática criminosa, desmantelada pela Polícia Judiciária do Algarve, começou pela angariação de clientes. O DIAP de Évora acredita que milhares de pessoas podem ter sido iludidas pela burla. O falso corretor bolsista fornecia indicações sobre o mercado ‘Forex’, conhecido por ser muito volátil já que lida com a cotação de divisas.

Fazendo uso da sua identificação de afiliado (publicista dos produtos financeiros de outros investidores, e que ganha comissões com isso), o burlão criou diversos sites e contas na Internet, para dar credibilidade ao negócio.

Com os investimentos que as vítimas realizaram, e que lhes terão causado prejuízos que o Ministério Público cifra em 4 milhões de euros, o homem agora acusado conseguiu lucrar apenas para si perto de 3 milhões de euros.

Quando deteve o suspeito e suspendeu a atividade da empresa que o mesmo criou, a Polícia Judiciária conseguiu a apreensão do saldo de contas bancárias. O DIAP de Évora quer que as mesmas, bem como os bens adquiridos entretanto pelo arguido, revertam a favor do Estado.

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