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Correio da Manhã

Portugal
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Tiro da PSP fatal para assaltante cadastrado

Ladrão abatido no assalto ao Continente foi atingido com disparo que entrou pelo vidro do carro.
Sérgio A. Vitorino,C.S.,João Carlos Rodrigues e M.C. 18 de Outubro de 2016 às 03:00
Shotgun foi encontrada no meio do matagal
Ladrão tombou ao lado do carro da fuga
Uzi fazia parte do arsenal dos assaltantes
Shotgun foi encontrada no meio do matagal
Ladrão tombou ao lado do carro da fuga
Uzi fazia parte do arsenal dos assaltantes
Shotgun foi encontrada no meio do matagal
Ladrão tombou ao lado do carro da fuga
Uzi fazia parte do arsenal dos assaltantes
O assaltante morto durante o assalto ao Continente do Barreiro, no sábado à noite, terá sido atingido por um disparo certeiro no peito efetuado por um dos agentes da PSP que chegaram primeiro ao local.

Os dois polícias foram obrigados a responder ao grupo de sete assaltantes, que disparou sobre a patrulha com um verdadeiro arsenal de guerra. Os agentes ainda foram atropelados, mas escaparam com ferimentos ligeiros.

Segundo o CM apurou, o ladrão tinha 40 anos e um longo cadastro por roubos à mão armada e posse de arma proibida. Vivia na zona de Lisboa, era o condutor do automóvel usado pelo gang e investiu contra os dois polícias. Foi atingido com um tiro no peito, perto do pescoço, e a bala trespassou-o de cima para baixo e da esquerda para a direita. Os indícios apontam para que a bala tenha sido disparada por um dos agentes e entrado pelo vidro do carro.

Mesmo depois de ter sido atingido, o ladrão ainda tentou sair do Seat Leon e seguir os cinco cúmplices que escaparam por um matagal, mas tombou no chão assim que se levantou.

O outro ladrão baleado – atingido com dois tiros no abdómen – foi transportado em estado crítico para o Hospital de Santa Maria, onde foi operado de urgência. Está internado na Unidade de Cuidados Intensivos. O homem tem 30 anos e reside na Portela de Carnaxide, Oeiras.

A Polícia Judiciária continua a tentar identificar os cinco assaltantes que escaparam. As armas apreendidas – uma Uzi, uma shotgun, uma caçadeira de canos serrados e um revólver – estão a ser alvo de perícias para perceber se já foram usadas noutros crimes e qual a origem.

Os dois agentes tiveram alta hospitalar ainda no domingo, mas estão de baixa. Um saiu recentemente do Corpo de Intervenção; o outro está há apenas dois anos na PSP.
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