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Encontrado terceiro corpo de vítima de naufrágio

Acidente com barco de pesca na Figueira da Foz. Um pescador está desaparecido.

29 de novembro de 2017 às 09:44

Um naufrágio de uma embarcação de pesca a 11 milhas (cerca de 22 quilómetros) da costa da Figueira da Foz fez três mortos, na madrugada desta quarta-feira. Há ainda uma  pessoa desaparecida.

Inicialmente, as autoridades localizaram dois corpos, mas um terceiro viria a ser descoberto pela hora de almoço. Um quarto pescador permanecia desaparecido no mar, depois de as autoridades terem recebido o alerta pelas 4h16.

"Tudo indica que a embarcação terá ido ao fundo, porque não houve pedido de socorro", afirmou Pedro Coelho Dias, porta-voz da Marinha, que diz que as causas do acidente ainda são desconhecidas.

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Dois mortos e dois desaparecidos em naufrágio

Segundo a Marinha, a embarcação de pesca, de nove metros, estava registada na Figueira da Foz (distrito de Coimbra), embora a tripulação seja de Peniche (distrito de Leiria). O barco em causa tem o nome de  'Veneza'. 

Os meios de salvamento, acrescentou a Autoridade Marítima, foram ativados assim que foi recebido o alerta no Centro de Busca e Salvamento Marítimo de Lisboa, às 04h16, via rádio baliza de emergência (EPIRB), um dispositivo de alarme que pode ser ativado manualmente mas que dispara  automaticamente quando entra em contacto com a água. 

No local, foram encontrados destroços e uma balsa salva-vidas vazia.

A mesma fonte precisa que foi imediatamente enviado para aquele local o helicóptero EH-101 da Força Aérea, o salva-vidas da Figueira da Foz, a embarcação de alta velocidade da Polícia Marítima e uma corveta da Marinha.

Ao que o CM apurou, o resgate foi efetuado pela Força Aérea e as duas vítimas encontradas foram transportadas para a Base Aérea de Monte Real. No entanto, acabaram por perder a vida.

Barco pode ter sido abalroado

A Cooperativa de Armadores de Pesca Artesanal de Peniche disse à RTP ter a convicção de que o barco terá sido abalroado. 

Tal convicção num alegado abalroamento baseia-se no facto do barco ser de arrasto e encontrar-se, na altura do naufrágio, pregado ao fundo das águas. 

Esta teoria não foi confirmada pelo porta-voz da Marinha, que diz ainda não ser possível saber o que aconteceu. 

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