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Correio da Manhã

Portugal
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Tribunal foi ver onde começou fogo na serra em Tavira

205 lesados do incêndio de 2012 pedem indemnização.
Tiago Griff 13 de Junho de 2019 às 09:16
Juiz deslocou-se com testemunhas ao local onde começou o incêndio
Juiz deslocou-se com testemunhas ao local onde começou o incêndio
Juiz deslocou-se com testemunhas ao local onde começou o incêndio
Juiz deslocou-se com testemunhas ao local onde começou o incêndio
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Juiz deslocou-se com testemunhas ao local onde começou o incêndio
Juiz deslocou-se com testemunhas ao local onde começou o incêndio
Juiz deslocou-se com testemunhas ao local onde começou o incêndio
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Juiz deslocou-se com testemunhas ao local onde começou o incêndio
Juiz deslocou-se com testemunhas ao local onde começou o incêndio
Juiz deslocou-se com testemunhas ao local onde começou o incêndio
Juiz, oficiais de justiça, advogados e testemunhas estiveram esta quarta-feira na serra do Caldeirão, na zona da Catraia, em Tavira, numa inspeção judicial para verem o local onde terá começado o grande fogo de 2012.

Esta diligência vem na sequência de um processo cível contra a EDP, no Tribunal de Tavira, no qual 205 residentes estão a pedir uma indemnização para compensar a destruição de 26 mil hectares de terrenos.

"Estamos aqui para demonstrar que o incêndio começou no âmbito dos trabalhos de construção do poste de eletricidade nº 6 e onde estavam 12 trabalhadores da CME [empresa subcontratada pela EDP]. Todos os relatórios, incluindo o da Polícia Judiciária, apontam para isso mesmo", assume ao CM Paulo Martins, advogado dos lesados.

O processo criminal deste caso já se tinha realizado, também no Tribunal de Tavira e, na altura, não foram encontrados culpados.

PORMENORES 
Linhas tocaram
Carlos Vieira, umas das testemunhas inquiridas, foi o primeiro a chegar ao local quando começou o incêndio e disse que um dos trabalhadores da CME afirmou que "o incêndio começou quando uma linha de eletricidade tocou noutra".

Prejuízos de milhões
Segundo as contas das autarquias dos concelhos afetados, Tavira e São Brás de Alportel, este incêndio provocou mais de 24 milhões de euros em prejuízos. No terreno chegaram a estar mais de 1100 operacionais, apoiados por 13 meios aéreos.
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