Animação fez esquecer a chuva e frio durante festejos de Carnaval
Principais corsos saíram às ruas para deleite dos muitos portugueses e turistas que quiseram participar na festa carnavalesca.
Ao contrário de domingo, em que o sol e o calor marcaram o ritmo, a terça-feira de Carnaval ameaçou tornar-se num dia sem cor, alegria e festa. No entanto, a chuva, o vento e o frio que se fizeram sentir em quase todo o País acabaram por não impedir que os corsos saíssem à rua, para deleite dos milhares de portugueses (e turistas) que vibraram nas principais festas.
Estarreja, Ovar, Mealhada, Buarcos/Figueira da Foz, Nazaré, Torres Vedras, Loures, Sesimbra, Loulé e Funchal foram algumas das localidades onde se celebrou o Carnaval de 2020 com pompa e circunstância. Dos cabeçudos de Torres às mastronças , passando pelos carros alegóricos em vários desfiles com apelo à sátira política, social e desportiva, as cores e ritmos do samba animaram a tarde, com a presença de milhares de foliões a desfilar e muitos outros a assistir.
Já do outro lado do Atlântico, onde o Carnaval é rei, há quem deseje Jorge Jesus como selecionador do Brasil. "Ponha o míster na seleção/ E o Brasil é campeão/ A convocação/ Ele resolve na hora/ É o time do Flamengo/ Com mais dois ou três de fora", diz uma marchinha do Rio de Janeiro. Apropriadamente intitulada ‘Marchinha do Míster’, a forma como Jorge Jesus é tratado no Brasil, a marcha carnavalesca foi composta pelo célebre compositor João Roberto Kelly, de 81 anos, conhecido como o ‘Rei das Marchinhas’ do Rio.
Curiosamente, Kelly nem é adepto do Flamengo, de Jesus, e sim do arquirrival Fluminense. Mas o compositor avança que o trabalho que Jesus está a desenvolver no Flamengo o coloca acima de qualquer rivalidade.
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